DIARINHO Online

Pular para o conteúdo

00h52 - Quinta-feira, 17 de Abril de 2014.

Acesso do Assinante

Esqueceu a senha? Clique aqui.

Da redação

Blogs > Da redação > Blog da redação

Data de publicação: 28/02/2014 Comentários

Superação

Tamanho da letraBotão para diminuir a letraBotão para aumentar a letra

*Por Vânia Campos

Meio-dia, mesa posta, saladinha, suco de laranja. Assim foi o clima da entrevista com Laurinha Morellato pro especial Síndrome de Down. Ela tava muito ansiosa com a nossa chegada -
o repórter fotográfico Lucas Correia tava junto - e pra ‘ficar bem na foto’ tirou o uniforme da Unimed e fez uma maquilagem levinha.

Sempre sinto um misto de emoção e surpresa quando o assunto é superação. E essa menina se supera todos os dias. Às vezes dá até um nó na garganta nessas horas, talvez por dar de cara com a vida sem blush e sem rímel. Ser repórter é isso e é isso que eu gosto de sentir, por mais que doa.

Na entrevista com a mãe do Miguel, a Lucimar, a mesma coisa. Casa fresquinha apesar do calorão lá fora. Miguelzinho lutando entre as síndromes de Down e West e a mãe, professora, ensinando vida pra gente. Acho que é por essas e outras que não consigo tirar esse sorriso da minha cara. Que delícia!


Fotos






Data de publicação: 27/02/2014 Comentários

Exemplo de superação

Tamanho da letraBotão para diminuir a letraBotão para aumentar a letra

*Por Dayane Bazzo

O que a profissão de jornalista, mais especificamente de repórter, proporciona todos os dias, é conhecer histórias de pessoas que, muitas vezes, nos surpreende. Imagine alguém, que não caminha e não mexe as mãos, com desenvoltura ser uma artista plástica. Sim, ela existe e se chama Simone de Oliveira Guerra Atabales.

Aos 43 anos, casada e com dois filhos super educados, nos recebeu em sua casa humilde e ainda bagunçada por causa da mudança recente, em Navegantes. Além das suas próprias limitações, ela tem que conviver com o preconceito e a falta de acessibilidade. Mas Simone escolheu não se lamentar e agir para ensinar o mundo a respeitá-la. “Não quero que sintam pena de mim. Quero que sintam orgulho do meu trabalho”, ressalta.

Ela luta por seus direitos, trabalha, educa os filhos e leva uma vida normal. Um exemplo de superação que prova que quem tem força de vontade ultrapassa qualquer obstáculo e vai atrás de seus sonhos.


Fotos






Data de publicação: 24/02/2014 Comentários

União de trampo e diversão. Sim, é possível!

Tamanho da letraBotão para diminuir a letraBotão para aumentar a letra

* Por João Pedro Pereira

Há quem diga que é injusto, por vezes estressante, e um tanto quanto trabalhoso. Monótono, jamais. Essa é a profissão de repórter, cujos prós e contras brigam entre si, mas raramente se anulam. Um bom exemplo da maravilha que essa profissão reserva foi o que o mergulho que fizemos para o especial sobre Snorkeling. Um banho refrescante sob um sol escaldante da praia de Taquaras, uma das reservas preservadas da nossa região, era o que menos se poderia prever para um “trabalho”. Na companhia do colega Sandro Silva, tivemos um dia animado, com direito a mergulho e caminhada por trilhas. Queremos outro!


Fotos






Data de publicação: 19/02/2014 Comentários

O relato do fotógrafo

Tamanho da letraBotão para diminuir a letraBotão para aumentar a letra

*Por Lucas Correia

"Logo ao fim de uma pauta no bairro Itaipava, olhei ao redor e vi um senhor caminhando em direção à reportagem. Calculando a distância de onde estávamos até o comércio mais próximo, deduzi que aquele homem, carregando sacolas, havia percorrido um longo trecho. A ideia, ao fazer a foto, era transmitir ao leitor a impressão de isolamento, bem como a longa e árdua estrada percorrida. Com o sol a pino, me vali da técnica de fotometria (medição de luz) conhecida como “sunny 16” e a transformei em preto e branco para dar dramaticidade e valorizar as formas da cena. Após o clique, o senhor me deu bom dia e seguiu em frente."


Fotos






Data de publicação: 14/02/2014 Comentários

Perdoem-me os engomadinhos

Tamanho da letraBotão para diminuir a letraBotão para aumentar a letra

*Por Karine Mendonça

"Adivinhem minha profissão: Suor escorrendo no rosto, cabelos emaranhados, sapatos encardidos. Muito prazer, sou repórter.

Ruas, becos, avenidas, estradas de chão ou asfaltadas. Debaixo do céu, todo lugar serve de escritório. Nesta semana, a parada foi na avenida Atlântica de Balneário Camboriú. Mas nada de tomar água de coco, enfiar os pés na areia e curtir o visual. Montada numa bike, a reportagem do DIARINHO percorreu a recém implantada ciclofaixa compartilhada da Maravilha do Atlântico.

A intenção não era parar alguns usuários e perguntar como naquelas pesquisas de satisfação do consumidor: o que você achou da ciclofaixa da Atlântica? Ótima, boa, regular ou péssima?

Pra que jogar a responsabilidade pro outro, quando você mesmo pode encarar o desafio e descobrir, na prática, a funcionalidade do espaço? Foi pedalando em um fim de tarde que encontramos um pai encorajando o filho de sete anos a realizar o percurso sem medo, um senhor que desaposentou a magrela e voltou a se exercitar.

Foi também sobre duas rodas que tivemos que desviar de pedestres desavisados caminhando pela ciclofaixa, de corredores na contramão e de patinadoras que ainda não dominam os freios dos patins.

Apesar dos pequenos contratempos encontrados no percurso, em virtude da adaptação dos usuários à novidade, e da reclamação dos motoristas quanto à falta de vagas de estacionamento, a missão foi encerrada com uma certeza: que bom seria se tivéssemos mais espaços como este.

Cansaço renovado pela observação do mar, cujos olhares não mais esbarram nos veículos ao longo dos quase seis quilômetros faixa de areia; famílias reunidas; jovens e crianças novamente brincando na rua.

Para não cair na armadilha de apenas repetir o discurso de outrem, seja sobre a ciclofaixa ou qualquer outra repercussão, é preciso “enfiar o pé na jaca”.

Por isso, que me perdoem os engomadinhos do ar-condicionado, as repórteres make-up e os reprodutores de conversas telefônicas. Mas prefiro o desconforto das ruas e o privilégio de acompanhar de perto os olhares inquietos, o buraco na rua, a lágrima incontida, o riso frouxo, o fogo que arde, a chuva que refresca e alaga, as histórias que se fazem únicas dentre cem mil outras histórias no mundo."


Fotos






Data de publicação: 11/02/2014 Comentários

Dentro de um segundo

Tamanho da letraBotão para diminuir a letraBotão para aumentar a letra

*Por Lucas Correia

"Fotografia, entre tantas outras coisas, é previsão. Com o passar do tempo, trabalhando em um jornal, ganhando experiência, o fotógrafo aprende a educar uma “terceira vista”: o olho do fotojornalismo. Ao colocar a câmera diante dos olhos, aquele recorte retangular isola a situação de tudo o que a cerca e, por um instante, é só aquilo que importa. O quadro, o dedo, o disparo, a foto. Como em uma caça, o repórter fotográfico está sempre prevendo a interação do que fotografa com o ambiente, está sempre um passo adiante, antecipando os movimentos para que consiga fazer o disparo perfeito.

Cada foto tem seu propósito e também seus efeitos em quem a observa. Algumas imagens escondem o que teóricos chamam de “embrião narrativo”, criam a sensação de continuidade, fazem com que o leitor veja não só aquela imagem, mas outras duas que são geradas em sua mente: o antes e o depois dela. Esta foto, particularmente, foi produzida num tempo de exposição na fração de 1/2000 segundo, em outras palavras, esta imagem representa o que aconteceu na segunda milésima parte de um único segundo. Por isso, mesmo sendo uma situação de movimento intenso, parece congelada. No entanto, por mais que seja estática, ainda assim permite a sensação de sucessividade, faz com que o leitor imagine o início da situação e seu desfecho.

Não há receita certa para um bom resultado quando se deixa a redação para executar uma pauta. As variadas situações do cotidiano demandam do profissional diversas formas de abordagem, algumas exigem sensibilidade,outras destreza, bom humor e até mesmo sorte. Voltar à redação e contemplar um bom trabalho é gratificante, mas perceber que aquela fração de segundo reproduzida em papel colaborou para que o leitor possa imergir na cena fotografada, essa sim, é a verdadeira recompensa."


Fotos






Data de publicação: 10/02/2014 Comentários

Irresistível!

Tamanho da letraBotão para diminuir a letraBotão para aumentar a letra

*Por Adelaine Zandonai

"Outro dia, enquanto gravava um vídeo na estação de tratamento de água da Emasa, na beira do rio Camboriú, encontrei algo que há muito não via. Não me toque, plantinha dorme-dorme, maria dorminhoca... pode chamar do que quiser, mas foram mais de 10 anos sem ver ou tocar naquela espécie intrigante. Em conversa entre os mais chegados, constatei que o espanto não era só meu. Ninguém havia visto a dita cuja há um bom tempo e isso que todos são gente da roça, do mato ou da praia. Parece bobiça, mas a plantinha é daquelas que aguça os sentidos. Irresistível passar por ela sem tocá-la. Com nome científico de mimosa pudica, ela é danada. Fecha as folhas e se contrai cada vez que alguém toca, quando o sol está muito forte, durante a noite ou quanto venta demais. É rasteira, um arbusto cheio de espinhos, que dá uma florzinha roxa delicada. E pro meu espanto, o botânico Oscar Iza Benigno diz que não está em extinção. Segundo ele, a gente só não vê porque é discreta e cresce em locais descampados. “O pessoal acaba passando em cima, por isso geralmente passa despercebida”, explica. - Claro que o crescimento das cidades e a escassez de áreas descampadas contribui pra distração! - A planta é da América do Sul, mas cresce em tudo quanto é lugar. E o nome, segundo o botânico, vem de pudor, já que a plantinha, envergonhada que só ela, se fecha toda ao ser tocada. “É um comportamento de defesa automático da espécie”, explica Oscar, reafirmando a essa repórter incrédula, que, de rara, a plantinha não tem nada. Nesse trabalho aprende-se de tudo um pouco. A minha nova lição é abrir bem os olhos pra não deixar de curtir esses pequenos prazeres da natureza por tanto tempo!"


Fotos






Data de publicação: 07/02/2014 Comentários

Vida por um fio!

Tamanho da letraBotão para diminuir a letraBotão para aumentar a letra

*Por João Pedro

"Todo crime bárbaro choca e nos faz refletir sobre a fragilidade da vida humana. O quanto somos vulneráveis à falta de segurança e, principalmente, à ação de pessoas insensíveis, que matam a troco de nada, sem temor, nem pudor.

O caso dos dois homens mortos em Camboriú, na madrugada de quinta-feira, deveria servir de modelo para uma conversa com os nossos jovens.

Matar um semelhante por tão pouco [uma discussão por causa de um término de namoro] tornou-se algo assustadoramente comum, que passamos a aceitar, como se aceita o próprio destino. É triste pensar que isso vai acontecer outra vez. Aqui ou acolá. E que vamos compreender, à força de pouca reflexão e muita resignação."


Fotos






Data de publicação: 04/02/2014 Comentários

Vinho direto da Itaipava

Tamanho da letraBotão para diminuir a letraBotão para aumentar a letra

*Por Victor Miranda

"Foi durante o Entrevistão que fizemos, eu e a Adelaine Zandonai, que ouvi falar, pela primeira vez, da produção de vinhos aqui de Itajaí. O secretário de Turismo, Agnaldo Santos, considera que é a partir da vinícola Villa Prando, lá na Itaipava, que Itajaí vai começar de fato a desenvolver o turismo rural peixeiro. A partir daí, segundo Santos, vamos atrair a turistada pra conhecer a produção do vinho artesanal, produzido a partir de vinhedos selecionados da serra da Santa e Bela. Pra aguçar ainda mais a curiosidade sobre o vinho peixeiro, o secretário presenteou a redação com um espumante Brisa do Mar, de produção Itajaiense. O mimo foi sorteado e quem faturou a bebida foi a jornalista Mariângela Franco. Parabéns!"


Fotos






Site auditado pelo IVC

Política de privacidade | Termos de uso | Central do assinante | Dúvidas frequentes | Anuncie | Mapa do site | Expediente | Fale conosco

  Curta o DIARINHO no Facebook DIARINHO 2013. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por

www.diarinho.com.br