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20h28 - Sexta-feira, 22 de Agosto de 2014.

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Thais Brito

Blogs > Thais Brito > Sex Blog

Data de publicação: 19/08/2014 Comentários

Crônica da despedida

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Terminou. E você, como sempre, estava certa: tudo termina. Às vezes de um jeito rápido, como um estalar de dedos. Noutras, como agora, tudo parece se arrastar em câmera lenta, um filme noir que não tem pressa para chegar ao fim.

Hei de aproveitar cada instante dessa dor, desse pesar, desse emaranhado de lembranças porque sei que, em breve, tudo deixará de ser. Teu cheiro irá embora apenas para me assombrar quando surgir em outros corpos. Teu gosto fugirá dos meus lábios e, um dia, será como se nunca tivéssemos trocado um beijo. Tua voz, minha música favorita, será silêncio absoluto.

O sono foge pela janela cada vez que, ao deitar, minhas pernas tentam se confundir com as tuas e só encontram o lençol gelado. A cama deixou de me servir: antes parecia pequena demais para nós dois, agora não cabe mais no quarto – assim como a saudade não cabe mais em mim. Entre dormir e não dormir evito acender as luzes: fazer isso seria te reconhecer em cada canto desse lugar que já foi tanto teu quanto meu.

Não quero de volta nenhum dos presentes que te dei. Se puder, porém, gostaria de voltar a ouvir aquele disco do Vinicius sem reconhecer teu sorriso em cada música. Seria menos triste, também, lembrar de Buenos Aires sem ouvir tua voz arranhando o pior (porém mais sensual) espanhol que tenho lembrança. Por fim, se não for pedir demais, devolva a alegria dos meus domingos, repletos da tua presença, tanto nas tardes quentes, em que nos aventurávamos pela cidade, quanto nas horas chuvosas e frias, tão nossas, quando devorávamos todas as séries ruins já feitas.

Esses dias vazios serão preenchidos tentando responder a pergunta que nós dois ouviremos muitas vezes: por que acabou? A resposta é óbvia, mas não me aquieta: porque, como você mesma já falou, as coisas acabam. Às vezes parece que nós – e todos nossos amigos – já esperavam isso. Outras vezes não vejo nenhuma razão, nenhum porquê, e isso me faz pensar que a vida é essa incoerência sem fim, mesmo: acabou por mil motivos e por nenhum. Acabou porque era para acabar.

Ainda assim, não irei bradar que “deu errado”. Nós demos certo, e muito certo. Fosse o contrário, não doeria, sequer deixaria as marcas que deixou. Demos certo até que, de repente, chegou ao fim. Aceitar isso é diminuir a duração desse luto – porque, felizmente, ele também tem hora para acabar.

Agora vai e ama. Afunde-se noutras paixões, noutras histórias. Escreva dezenas de outros capítulos na vida das pessoas sortudas que irão conhecê-la. Um dia, quando a tinta secar e as cicatrizes se fecharem, voltarei algumas páginas para relembrar todas as linhas que escrevemos juntos. Se tudo correr bem, será como reler um livro querido, guardado há algum tempo no fundo da estante. Eu te amei à primeira vista – e continuarei amando, até minha vista deixar de te ver.

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Data de publicação: 17/08/2014 Comentários

Afaste-se de um cara que…

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Se pesa demais, causa cãibra, enxaqueca, dói nos olhos e turva a visão, afaste-se. Mas não é chegar pro lado, disfarçar essa solidão a dois que você sente e mentir pra si mesma de que é fase, de que amanhã ele muda,de que tudo ainda tem jeito e que hoje foi só mais um daqueles dias (que sempre se repetem) em que ele mostra que não existe pra você.


Ele é seu homem do talvez, sua sombra arrastada pela casa que promete companhia e só entrega falta. Vai matando a sua confiança e sua crença aos poucos e provoca um blur inexpressivo em todas as vezes que você tenta sorrir, faz com que você desmanche os lábios repuxados e você não entende. Não entende como ele abusa de você, já que o teu corpo não tem marcas, já que por fora vai tudo bem, obrigado. E por dentro, como você tem andado?

Afaste-se de um cara que nunca está ali por você e que nem se esforça pra redimir a ausência. Que não está presente em nenhum momento e que não te faz presente quando deveria ser. Desacelere um pouco e pense no tipo de cara que você (não) tem com você. Se ele for do tipo que faz a dor parecer latente sempre, que fere com as palavras enquanto ri, que descancara o mínimo da sensibilidade exigida de um ser humano, afaste-se porque amor não fere e nem faz sangrar, a gente é que tem mania de achar que sofrer demais significa amor.

Você fica desolada, ou nem tanto, já que já sabe, já prevê a tragédia mas mantém um apego bobo. Cê acha que você nunca mais vai amar (ou encontrar) alguém como ele? Essa é uma daquelas bobagens que a gente conta pra gente ou ouve de alguém pra justificar o erro, pra adiar a decisão de partir porque cortar laços dói, vai doer agora, mesmo que lá na frente seja um pouco melhor. Então você segue acreditando que pode esperar uma transformação cósmica enquanto se envenena por dentro.

Você continua ouvindo A Banda Mais Bonita da Cidade declamando uma das minhas músicas preferidas sem nem ouvir o que eles dizem, com uma calmaria dolorosa que confessa a falta de coragem de se afastar em “só me deixe quando o lado bom for menor do que o ruim”. E então você entende, mas continua esperando que ele te deixe ao invés de se afastar. A gente sempre espera pelo fim do mundo mesmo, eu te entendo. Mas cá entre nós, se eu pudesse te dar um último conselho, seria esse a seguir. Como eu já escrevi numa outra ocasião, ao contrário do que você pensa, você não vai morrer por ele. Nem pela falta dele.

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Data de publicação: 15/08/2014 Comentários

Um homem sensível para chamar de seu

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O homem sensível é aquele que chora no cinema.

O homem sensível ouve tudo que você tem a dizer.

O homem sensível se preocupa com os cabelos, a barba e sempre está com a camisa passada.


O homem sensível é delicado como uma flor.

O homem sensível é um daqueles que você tem que ficar junto pra sempre, porque é raro.

O homem sensível… Sei lá.

O que é ser um homem sensível?

Muito se discute, de algum tempo para cá, sobre os homens sensíveis. Para o bem ou para o mal, existe uma corrente que defende – e uma que repudia – a hipervalorização da sensibilidade masculina. Mas o que, no fim das contas, é isso?

Assumo que nunca havia parado para pensar a fundo nessa questão até começar a escrever esse texto. E, para chegar a alguma conclusão (que você deve descobrir em breve), precisei voltar um pouco no tempo – e na ideia primária desse conceito.

Ser sensível costumava, dizem, ser sinônimo de fraqueza. Ótimos ouvintes, ótimos conselheiros, e só. Homens interessantes eram os homens Homens, com agá maiúsculo. Cara fechada, poucos sorrisos e toda a virilidade de um filme do Clint Eastwood. O durão que ganha o coração da mocinha no duelo. O bad boy que arranca suspiros por onde passa.

De uns tempos para cá, a situação mudou um pouco de figura. O “homem sensível” passou a ser visto como um artigo de luxo, espécie rara, produto em falta. Tido como o par romântico perfeito, a solução para as desilusões amorosas alheias.

Você conhece todos os estereótipos. Já cansou de ouvi-los e reconhecê-los por aí. O sensível e o brutamonte são tidos como completos opostos que se distanciam mais a cada novo adjetivo acrescentado, como se fizessem partes de universos completamente diferentes. Tão afastados que parecem até ter órgãos diferentes, outro tipo de sangue correndo pelas veias. O poeta e o ignorante. O cavalheiro e o cafajeste.

Tudo isso me parece uma besteira inenarrável.

Conheço uma infinidade de cavalheiros canalhas e cafajestes apaixonados. E um número um pouco menor, mas ainda assim significativo, de cavalheiros-cafajestes-canalhas-e-apaixonados. Porque, no fim das contas, pessoas são complexas e múltiplas. Mudam ao tempo todo, graças àquilo que vivem, pessoas que conhecem, experiências que angariam.

E é isso que torna um homem sensível: a vivência. Os erros, os acertos, os corações conquistados e partidos. Não se mede um homem sensível pelo número de lágrimas que ele derruba em um filme dramático, tampouco por pagar o jantar ou fazer uma serenata ao pé da sua janela – até porque, convenhamos: restaurantes estão cada dia mais caros e, com a lei do silêncio, a serenata pode virar caso de polícia se teu vizinho estiver mau-humorado. Ser sensível é estar em contato com os seus sentimentos – e você não precisa chorar copiosamente para fazer isso. Não é apenas ouvir o que o outro, mas saber respeitar quando tudo o que acontecer do outro lado não passar de silêncio.

Não me leve a mal, tão pouco interprete minhas palavras como um manifesto policiando o que é ou o que não é ser sensível. Acredito que toda essa discussão é muito benéfica, já que esse assunto é ainda mais complexo quando tirado do âmbito de relacionamentos amorosos: a sensibilidade masculina ainda é vista como uma fraqueza, um motivo de deboche, e isso é extremamente prejudicial. É o alimento de uma cultura machista, retrógrada, que cria homens que terão uma dificuldade imensa para entrar em contato com seus próprios sentimentos – e, consequentemente, com os sentimentos de outra pessoa.

Não acredito no estereótipo do “homem sensível” como um super-herói que não comete erros e não falha. Esse cara – que se vê e se assume como tal – está ainda mais suscetível a errar justamente por entrar em contato com aquilo que sente, deseja e quer mais vezes do que ele deveria, segundo parte da sociedade. É exatamente isso que torna um homem – ou uma mulher – sensível: conhecer mais sobre você a cada erro – ou acerto.

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Data de publicação: 12/08/2014 Comentários

Rapidinha: 4 dicas dos gays sobre sexo anal para qualquer casal

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Apesar da liberdade que existe hoje, o sexo anal continua sendo tabu para muitos casais. Além da dificuldade em falar sobre o assunto, muitos não sabem direito o que fazer para apreciar a prática sem dor.

Nada melhor do que os gays, que têm muito mais domínio dessa modalidade sexual do que os héteros, para dar algumas dicas que podem ajudar qualquer casal a desfrutar do sexo anal.

Confira abaixo 4 dicas que extraímos da experiência dos gays com sexo anal que também podem servir para você.

1. Tem que querer muito
Para fazer sexo anal, não adianta ter aquela vontadezinha. É preciso estar com o tesão nas alturas, com um desejo intenso de ser dominado. No caso das mulheres, é importante estar pingando de excitação. Sem isso, o corpo trava e os músculos se contraem, o que vai tornar o sexo anal uma batalha difícil e dolorosa. O corpo responde ao que está acontecendo na mente. O sexo anal começa na imaginação e na antecipação. Tem que querer muito para o corpo relaxar e a entrega acontecer. Caso contrário, só vai haver sofrimento. Não adianta fazer só para agradar o outro.

2. Não exagere na chuca
Todo gay sabe o que é a famosa chuca ou xuca. Para quem nunca ouviu falar do termo, a chuca nada mais é do que fazer a lavagem do ânus e do reto, introduzindo água limpa por meio de uma bisnaga, chuveirinho ou aplicando um enema. É importante dizer que muitos médicos não recomendam a prática porque alegam que altera a flora intestinal. Mas, para quem prefere fazer a limpeza para se sentir mais confiante de que acidentes não irão acontecer, é fundamental saber que não se deve colocar mais do que 200 ml de água de cada vez (geralmente repete-se o processo umas três vezes até evacuar a água limpa) porque o excesso pode causar diarreia. Para quem prefere não se arriscar com a chuca, o ideal é partir para o sexo anal quando estiver se sentindo leve e não tiver exagerado na comida. A limpeza do reto não é essencial, apenas ajuda a pessoa relaxar mais, sentir menos dor e a não ter medo de liberar fezes sem querer. De qualquer modo, quem brinca nessa região tem que saber que daí não saem flores e eventualidades acontecem.

3. Lubrifique tudo
No caso do sexo anal, só saliva e vontade não dão conta do recado. É preciso usar muito lubrificante à base de água para facilitar a relação e evitar fissuras. O uso da camisinha, além de essencial para evitar doenças e contaminações, também ajuda na penetração porque deixa o pênis mais escorregadio. O lubrificante deve ser utilizado sem economia no ânus e também no pênis. Nem comece o sexo anal se não tiver pelo menos um tubo cheio de lubrificante.

4. Dilate aos poucos
Não adianta querer fazer passar um elefante pelo buraco de uma agulha. O pau é o último a chegar para a brincadeira. O ânus precisa ser estimulado aos poucos com a língua, ponta do dedo, com um dedo inteiro, dois e assim por diante para ir se dilatando aos poucos. Os plugs anais também ajudam bastante nesse processo. Para os casais héteros, a dica é aproveitar para ir estimulando a região anal durante o sexo vaginal e a excitação do clitóris. Só depois que o ânus estiver relaxado é que a penetração do pênis pode começar. Ainda assim, tem que ser feita gradualmente para que o esfíncter, que tem a tendência a se contrair quando algo é introduzido, seja capaz de relaxar. O jeito mais fácil de fazer isso é colocar um pouquinho do pênis e esperar sem se mexer, introduzir mais um bocadinho e parar e assim por diante até que ânus se adapte. Para esse início, a posição de lado é a mais recomendada.

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Data de publicação: 08/08/2014 Comentários

Quando viajar é o tempero do relacionamento

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Cada casal tem sua própria receita para esquentar a relação. Brinquedos, fantasias, filmes, etc... E tem gente que resolve viajar pelo mundo. Depois de 8 anos juntos, e um ano de casados, Natalie & Robson Cadore decidiram largar tudo e viajar.

Quando falo tudo, é tudo mesmo. Venderam carro, roupas, móveis, alugaram a casa deles aqui em Itajaí e agora estão na Itália.



Essa aventura romântica (e picante) começou há três meses. Até agora já foram 5 países, muita diversão e amor. Para documentar a história e inspirar outras pessoas eles criaram blog www.loveandroad.com. Tudo registrado em português e inglês, porque esse casal capricha mesmo.



Os dois são crias aqui da nossa região. Ela é a antiga dona no M.dois Cabeleireiros, já o Rob trabalhou por anos com comércio exterior aqui em Itajaí. Agora eles estão pelo mundo, e até onde sei os planos são: Croácia, Turquia e depois Tailândia. Saíram do Brasil sem data para voltar. Então para mantar a saudade do casal, ou para se inspirar nas dicas de viagem, o melhor é ficar ligado no blog e nas redes sociais.

www.facebook.com/loveandroad e no twitter e instagram @loveandroad



Sucesso para o casal! E com um mundo tão grande acho que o tempero do relacionamento vai demorar para acabar.

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Data de publicação: 07/08/2014 Comentários

Porque sua implicância com coisas bobas vai acabar com seu relacionamento

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Sou dessa nova geração de casais que sofre questionamentos intermináveis quase todos os dias. Vocês não vão casar? Vocês não querem ter filhos nunca? Como assim vocês falam de ex namorados sem problemas? Sério que vocês não têm lado certo na cama?


As pessoas costumam olhar para casais que fazem escolhas desse tipo, como se elas fossem anarquistas amorossa, sem regras, sem limites, sem escrúpulos. Algumas mulheres parecem sentir desespero nessas ideias e esperam que qualquer pessoa que compactue com elas mantenha uma distância segura de seus “machos”, para não contagiá-los.

Confesso que já sonhei com o dia do meu casamento, já sabia o nome que minha filha teria, já tive ciúmes doentio do passado e falar nele era totalmente inimaginável. Mas então você conhece alguém que, ao contrário do que se diz por aí, não vai fazer tudo perder o sentido, mas vai te ajudar a descobrir o verdadeiro sentido das coisas para você.

Se você achou essa pessoa, parabéns, não é fácil, não trombamos todo dia por aí com alguém que nos desperte assim, para o melhor de nós mesmos. Mas achar esse alguém e estar com ele não é garantia de uma parceria eterna. Você pode estar acabando com seu relacionamento nesse momento e nem percebeu ainda.

Você que escolhe como vai ser a leveza do seu relacionamento. Não adianta colocar a culpa no outro pela sua incapacidade de ser leve. Seus excessos de reclamação, de pedidos, de problemas sem soluções, de questões mal resolvidas, de assuntos intocáveis, de pequenas implicâncias são os grandes vilões dos términos de “casais que nasceram um para o outro”.

Um exemplo é a quantidade absurda de mulheres reclamando de homens jogando videogame ou assistindo ao futebol. Sério que isso é motivo para briga? Você preferia que eles estivessem vivendo de você o tempo todo? Você pode gostar de sair para jantar, de passar um tempo sozinha lendo, mas ele não?

Pessoas assim são cansativas. Eternas insatisfeitas.

É preciso parar de esperar que o outro leia a sua mente. Ainda não desenvolvemos a capacidade de telepatia, quem sabe um dia. Pode parecer clichê, mas é fato, enquanto perder tempo querendo tornar tudo cenas de filme, você só vai se frustrar e ainda vai desgastar sua relação até a hora que seu parceiro vai desistir. Ou nem você vai mais se aguentar. Relações perfeitas não existem. Nem nós somos perfeitos, então como querer exigir perfeição do outro?

Talvez exista sim uma fórmula para criar relacionamentos felizes. É permitir que, assim como você achou alguém que te fez ainda mais independente, auto-suficiente, cheia de amor próprio e confiante, retribuir essas dádivas com liberdade, confiança, respeito, e diálogo.

Enquanto você escolher ver somente o lado ruim das coisas, vai continuar sozinha ou em relacionamentos conturbados. Por isso, fica uma dica que pode salvar o seu relacionamento: se quiser muito alguma coisa diga, se não for tão importante assim então não exagere: engole o drama que de tragédia o noticiário das 20h está abarrotado.

By: Ana Victorazzi

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Data de publicação: 06/08/2014 Comentários

Porque você não deveria buscar uma outra metade e sim um outro inteiro

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Identidade, essência, peculiaridade, é o que me distingue da rosa vermelha desabrochando no jardim, do gato escondido do frio debaixo das escadas, da moça que ajeita os óculos delicadamente na fila do pão, do outro que eu escolhi para dividir a beleza da travessia comigo. A união de dois inteiros cheios de individualidades, encontra um meio termo de convivência tornando a prática da rotina um dos prazeres mais agradáveis do dia a dia do amor. Aquilo que cada um traz da sua história, dos seus costumes, hábitos, medos e receios, é a cerejinha do bolo dos relacionamentos, exatamente o que agrega valor a parceria. Quando a gente deixa de lado toda essa bagagem física e emocional em troca de mergulhar profundamente na vida do outro, o equilíbrio desta relação, quem a gente é e, o que a gente busca dentro daquele romance se perde. Um perigo iminente caso o navio, cedo ou tarde, decida deixar o porto.

O cenário é o de sempre: quando menos se espera, o solo de ballet clássico vira um delicioso samba a dois. De repente se tem companhia certa para o cinema, para o passeio no parque, o happy hour de sexta, para preencher o dia com um turbilhão de atividades ou, simplesmente, para dividir o ócio e o silêncio. Cada um, individualmente, pisa no palco do relacionamento agregando leituras e compassos diferentes a dança do amor. Afinal de contas, a forma com que a melodia toca os corações dos dois extremos varia de acordo com a permissividade e a reciprocidade da vivência de ambos. O equilíbrio é justamente o que mantém a continuidade e a fluidez do espetáculo. Se um dos lados começa a exercer o papel do outro naquela coreografia, se a identidade dos envolvidos se perde em algum ponto da travessia, o samba simplesmente desanda.

Talvez o que mais me preocupe neste enredo é que o distanciamento da nossa essência vai acontecendo literalmente aos pouquinhos. O que antes era um fato isolado e justificado com amor, agora é hábito, rotina, é submissão exagerada e inferiorizada às crenças e ideologias de alguém que, por melhor que seja, ainda está mostrando a que veio e ganhando espaço na nossa história. Esse mergulho sem oxigênio em um relacionamento e na própria vida do outro, sufoca não somente a relação, mas também aquele “eu interior” que te faz ser diferente de tudo e de todos. E nem é preciso muita filosofia para entender a mensagem: virar do avesso e recriar uma pessoa inteiramente nova, simplesmente para se encaixar melhor naquele capítulo é perda do maior que deveria existir, o amor próprio.

Tudo bem mudar do rock para o MPB, da biologia para o direito, do teatro para a dança, do visual executivo para o descontraído, do preto para o branco, do pão com manteiga para o biscoito caramelizado. Desde que sejam mudanças reais, vindas de desejos e urgências completamente pessoais e intransferíveis. Uma coisa é a vida mostrar que existem outros caminhos além daqueles visíveis da janela de casa. Outra completamente diferente é a gente abdicar do nosso estilo de vida, das nossas vontades, das nossas vivências, em prol de se “adequar” a um relacionamento e então se sentir a vontade na travessia de outra pessoa. Reformulações pessoais só são de fato efetivas e transformadoras se partirem de nós, na tentativa de saciar a nossa fome de evolução e de mais ninguém. Se uma pessoa, situação, sentimento, exige da gente um avesso desconhecido talvez, só talvez, não seja a morada ideal para aquilo que a gente decidiu chamar de amor.

Encantamento é a nossa essência vivida até a última gota da palavra, sendo vista sob os olhos amorosos de um coração cheio de permissividade. Se a gente deixa isso de lado, se a gente começar a viver a vida de outro alguém ao invés de dividir a estrada com ele, aquilo que antes serviu como fator de aproximação, distancia cada vez mais nosso lado da balança com o do outro. Pode ser que a primeira vista a viagem seja alucinante e repleta de adrenalina. Contudo, o que acontece com a nossa identidade se o capitão do navio decidir abandonar a embarcação?! As pessoas não têm que se apegar a um padrão fixo de existência. Aliás, flexibilidade é a chave do sucesso das grandes parcerias. Somos todos mutáveis, ainda bem. Mas que as metamorfoses sejam bem embasadas, para que em caso de porto vazio a gente ainda consiga se encontrar. Porque relacionamento a gente pode até embarcar em outro, mas com a nossa identidade, é convivência para a vida inteira.

By: Danielle Daian

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Data de publicação: 04/08/2014 Comentários

Rapidinha: 3 passos para reverter uma broxada

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Uma das situações mais constrangedoras para qualquer casal é a temida broxada. Por mais que se tente encarar o momento com naturalidade, sempre fica um clima desconfortável no ar. Quando a mulher não está a ponto de bala, ainda há meios de continuar a brincadeira, nada que um pouco de saliva ou lubrificante não dê um jeito. Porém, no caso do homem, a solução não é tão simples, geralmente quanto mais se tenta levantar o mastro pior fica.

Existem inúmeras causas que levam um homem a broxar, de fatores físicos, como beber além da conta, a aspectos totalmente subjetivos, como algo na mulher, um cheiro, uma particularidade, que incomodou na hora H. Mas, na maioria das vezes, o problema é mesmo a ansiedade, aquela pressão que o homem sente por ter que comparecer. Nesses casos, com um pouco de habilidade da mulher e calma da parte dele, é possível reverter uma broxada e voltar para o play.

Veja esses três passos que podem fazer a diferença nesse momento.

1. Não tente consolar
Não existe nada que se possa dizer nessa hora que vá realmente ajudar. Falar “isso acontece, não se preocupe” é o mesmo que dizer “meus pêsames” no velório. O melhor é não tentar consolar nem buscar entender nessa hora a causa da broxada. Deixe a conversa para outro momento. Tente quebrar o clima constrangedor fazendo outra coisa, quem sabe preparando um lanche gostoso, aproveitando apenas as carícias, falando sobre outro assunto, colocando uma música bacana, dançando, tirando o peso da situação, como se de fato o que acabou de acontecer não tivesse tanta importância quanto a companhia do parceiro.

2. Mude o foco do prazer, peça sexo oral
Quanto mais se tenta reverter a situação focando no problema, menos chance de sucesso. Ficar esfolando o pau de tanto masturbá-lo para ver se ele volta à vida só aumenta o desespero e deixa o cara ainda mais nervoso. Em alguns casos mais lights, fazer um boquete até pode ajudar, porém se o nível de ansiedade estiver muito alto nem isso vai resolver e o clima ficará ainda mais constrangedor. O que costuma funcionar nessa hora é mudar o foco do prazer. Boas dicas são pedir sexo oral para ele e aproveitar para se masturbar na frente dele. Dizer pra ele deixar o sexo pra lá e que você só quer gozar com ele ao seu lado tira a pressão de cima dele. Quando o homem se volta para o corpo da mulher, consegue relaxar e até recuperar a ereção ao ver o prazer e a excitação dela.

3. Excite sem pressionar demais
Nessa hora, não dá para dar uma de múmia nem de atriz pornô. Ficar parada esperando o cara resolver o problema sozinho só aumenta a pressão em cima dele. Por outro lado, exagerar na performance para ajudá-lo também pode piorar o nervosismo dele, já que ele se sentirá ainda mais na obrigação de reagir. O ideal é excitá-lo com beijos, palavras, carícias, seguindo o ritmo dele, sem ter pressa de conseguir uma ereção a todo custo. Com menos pressão, é possível retomar a brincadeira aos poucos.

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Data de publicação: 02/08/2014 Comentários

O amor pode ter batido na sua porta, mas você não abriu

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A distância entre o que as pessoas querem e o que realmente buscam tornou-se um abismo. Muitos desejam um amor para sempre, mas não abrem mão da individualidade. Alguns querem dividir os conflitos da sua existência, mas não conseguem ouvir o outro. Você procura um amor para as horas de carência ou uma paixão para toda a vida?

Antes mesmo de conhecermos alguém mais profundamente, já analisamos se o candidato preenche nosso formulário: se tem uma boa profissão, se fala corretamente o português, se veste roupas que condizem com nosso gosto. Com a modernidade ao nosso lado e a praticidade em se conhecer pessoas no Tinder, no Facebook e até no supermercado, banalizamos a paixão, o interesse desinteressado e sabotamos a nós mesmos. Se um não gabarita o formulário, outro o fará. Logo ali na esquina. Estamos exigentes e descobrindo o quanto custa esse excesso de críterios nos dias de hoje. E esse preço muitos não podem pagar.

Criamos um mundo fechado, predominantemente preenchido por iPhones, Galaxys, Facebooks, happy-hours, bares, restaurantes da moda, baladas, álcool e solidão. Aquela solidão que só aparece em casa, onde realmente paramos para refletir. Para sentir o que temos feito com a nossa vida.

Somos almas que vagam a procura de um abraço, de um beijo, de sexo. De qualquer alguém. De qualquer um. À procura de um amor que talvez nunca chegue, não porque não encontrou o endereço, mas porque nosso mundo pode ser impenetrável, inacessível, perfeito demais para alguém entrar.

Somos viciados em prazeres efêmeros, em curtir ao máximo a vida, o agora. Uma geração obcecada pelo mais, pelo novo, pelo já, pelo ser e que se esquece de sentir, observar, respirar, pensar. Por causa dos excessos, não percebemos os detalhes, justamente onde mora a beleza da vida.

O mais irônico é que o princípio básico de amar é exatamente gostar da pessoa do jeito que ela é, e não do jeito que nós gostaríamos que ela fosse. Quem sabe por isso, muitas vezes nos apaixonamos pela materialização do mundo perfeito em alguém, e não pelo que ela pode nos oferecer de verdade, talvez melhor e mais surpreendente do que o nosso ideal.

Chegamos longe demais para encontrar o amor, mas talvez estivéssemos muito ocupados para atendê-lo.

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