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Thais Brito

Blogs > Thais Brito > Sex Blog

Data de publicação: 29/07/2014 Comentários

Mulher que é mulher tem celulite, homem que é homem não repara

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Não é a primeira e infelizmente não será a última vez que ouvirei essa história de alguma amiga: ela acorda numa bela manhã se sentindo poderosa, glamourosa, rainha do funk – praticamente a Beyoncé no clipe de “Run The World”. Sai da cama, dá uma rodadinha, corre pra se trocar e, no caminho para o banheiro, dá de frente com o causador de um grande problema: o espelho. O objeto que deveria servir apenas para mostrar como ela é incrível a faz enxergar gordurinhas saltando, estrias e celulite. De repente um arrepio (daqueles ruins, não o tipo que você teria se o Ryan Gosling colasse no teu cangote te chamando de “my dear”) e pronto, a semana acabou de ir para o inferno.

Ela já sai meio cabisbaixa para o trabalho e parece que o mundo decidiu mostrar, de todas as formas possíveis, sua falta de gostosura: propaganda de academia no Facebook, o caminho do trabalho parece ter virado uma passarela, as fotos dos amigos e amigas na praia exibem barrigas esculpidas em mármore e, a cada sinal, a insegurança triplica.

Chega o final de semana e a confiança está tão baixa que, mesmo com um calor de 30º, ela está escondendo o corpo com uma calça jeans larga e um suéter. O rolo passa na sua casa e, em caso de sexo, é certo que as luzes estarão apagadas – não por escolha e sim pelo medo que ele a veja “assim”. O sexo acaba sendo uma merda e tudo que elas conseguem pensar é que a culpa foi das malditas gordurinhas. Das estrias. Da celulite.

Isso é errado demais.

Um amigo me definiu essas “imperfeições” (em aspas absolutamente necessárias) como “a vida”. Todo mundo têm celulite. Todo mundo têm estrias. E se você sente-se acima do peso, outra pessoa sente-se abaixo. Se alguém acha que é alto demais, outra pessoa pensa que é muito baixinha. Uma garota pensa que tem seios pequenos. Um cara perde noites de sono pensando que seu pau é pequeno.

Dia após dia, ano após ano, somos bombardeados com estereótipos de beleza que só prejudicam, mais e mais, a maneira como olhamos para outras pessoas – e nos enxergamos na frente do espelho. Isso afeta, consequentemente, a nossa relação com o outro – e com nós mesmos.

Eu falei nossa? Desculpa.

Isso é um pesadelo – como depressão, bulimia, bullying e suicídio – para milhões de mulheres em todo o mundo. E por mais que eu tenha dito que muitos homens sofrem com a questão do tamanho de seus membros sexuais, são uma minoria – assim como eu, que vez ou outra me incomodo com um projeto de pança, sou uma minoria.

São mulheres com corpos “esculturais” que aparecem em comerciais de lingerie. Portais de notícias vão abaixo quando alguma famosa vai à praia – ou simplesmente sai de casa para ir pintar as unhas. Diversos galãs mundo afora não estão dentro de padrões de beleza e, ainda assim, são tidos como homens maravilhosos.

Cair nessa armadilha opressora e machista só vai te prejudicar, seja você homem ou mulher. Uma mulher infeliz com seu corpo não conseguirá ser feliz, enquanto um cara obcecado por esses padrões de beleza nunca irá enxergar a beleza de verdade – estará guiando-se apenas por aquilo que lhe foi imposto, aquilo que mandaram ele achar bonito.

Atração é muito mais que um peito ou uma bunda, amigo.

Olha pra ela inteira. Olha esse sorriso que ela dá quando te vê – seja ela tua namorada ou teu flerte. Olha o jeito que ela acorda, toda bagunçada, mas linda. Olha para esse amontoado de curvas ou retas que vão te receber como nenhum outro corpo. A beleza real precisa de mais do que uma olhada rápida para ser realmente vista. Fosse assim, o mundo seria um grande Tinder: essa eu quero, essa eu não quero.

Aceite sua celulite, suas gordurinhas ou o raio que o parta. Aceite isso porque faz parte de você, e alguém que não te quer por inteira não deve ter nenhum pedaço teu. Mais importante: se quiser mudar, mude por você, na o pelo que os outros te dizem – sejam os outros o teu namorado ou a TV. Se você não sentir-se feliz por quem você é, seja lá como for, irá esconder tudo que tem de bonito em você. Entre quatro paredes a autoconfiança dá muito mais tesão que uma barriga lisinha ou um par torneado de coxas.

E você, rapaz que acredita ser o centro do mundo das mulheres e que elas precisam estar do jeito que você deseja: cresça, bicho. Isso é soberba e imaturidade – e eu te garanto: nenhuma barriga tanquinho vai impedir uma mulher de broxar contigo se você continuar pensando assim.

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Data de publicação: 28/07/2014 Comentários

Rapidinha: 3 dicas para não deixar o sexo cair na rotina em relacionamentos longos

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Manter o sexo pegando fogovquando você namora com uma pessoa por 3, 6, ou 12 meses é uma coisa. A dificuldade aumenta mesmo para os veteranos. Depois de anos ao lado de uma pessoa, é preciso muito esforço das duas partes para que o sexo não vire aquela coisa entediante, e para que o outro não prefira assistir a novela das 9 do que fazer um sexo gostoso com você. E o final dessa história você já sabe, né? Um casal que não se diverte na cama, acaba virando somente amigos com o tempo. Por isso, cuidar da sexualidade é mais importante do que você poderia imaginar. Pensando nisso, na Rapidinha de hoje, trouxemos 3 dicas importantes (e simples ao mesmo tempo), para te ajudar nessa missão.

Anota aí:

1) Proponha coisas novas
Ninguém está falando que você precisa aprender o Kama Sutra completo, que precisa levá-la para um resort na Tailândia para aquecer os ânimos e nem que você precisa gastar fortunas com brinquedos eróticos. Menos é mais. O grande segredo do prazer duradouro entre casais mora nos detalhes. Às vezes uma forma de pegar diferente pode causar uma revolução. Ou então uma nova técnica. Ou uma forma diferente de mover a língua no sexo oral. Ou então uma sessão de um filme erótico de surpresa. Ou uma nova posição que ative o ponto G de uma forma nova. Amar é desbravar o outro, e pequenas novas descobertas diárias podem fazer com que vocês se divirtam por um bom tempo. É claro que uma hora cansa, e então vocês já sabem que precisam inventar algum outro segredinho de vocês para alimentar a chama. Relacionamento precisa de combustível constante para que a chama não se apague.

2) Converse sobre sexo
Muitos casais se consideram super íntimos, mas ficam com vergonha de conversar sobre sexo. Essa barreira é uma das grandes destruidoras de relacionamentos. Quando o casal tem a liberdade de se abrir, de comentar sobre como foi o sexo, sobre o que gostou e o que não gostou, sobre desejos, e sobre qualquer outra coisa que tenham vontade de colocar na roda em uma conversa em casal, o relacionamento se fortalece. Quando os envolvidos não conversam, automaticamente não se sentem à vontade para explorar a sexualidade como poderiam, e isso vai fazendo com que o sexo fique muito monótono com o passar do tempo. Acontece com todo mundo, e vai acontecer com você. Se você não tem liberdade para falar sobre sexo nem com o seu amor, algo está errado aí. Essa falta de abertura pode ser apenas um reflexo de problemas de comunicação muito mais profundos no relacionamento. Cuide disso o quanto antes.

3) Foque no prazer do outro
Somos seres egocêntricos por natureza, mas o sexo é capaz de nos ensinar uma lição pra levar pra toda a vida – pensar no outro. Quando você foca mais no prazer do outro do que no seu próprio prazer, a roda gira. Você vira especialista em desvendar o outro, em descobrir novos gatilhos de prazer, em estimular de formas que ele(a) nem poderia imaginar. E isso é viciante. Se você estiver num relacionamento bacana, o natural é que o outro note esse esforço, e também se esforce para retribuir na mesma moeda. O resultado? Duas pessoas empenhadas em dar prazer, o que só poderia resultar numa experiência memorável. Cultive esse hábito.

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Data de publicação: 25/07/2014 Comentários

Encontre um amor que ame o mundo

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Você encontrou o amor. Um amor daqueles arrebatadores, e grudou no cara e ele em você e vocês são incríveis juntos, e tudo o que pensam e respiram e falam é um sobre o outro. Fica difícil até manter uma conversa de mais de dez minutos com alguém sem viajar um minutinho ali no meio e pensar em como ele é incrível, em como ela é tudo aquilo que você sempre quis em uma relação, sem soltar suspiros recheados dos mais cafonas dos arco-íris.

É brega, é muito brega. Mas quem já não passou por isso? Quem já não suspendeu a vida por semanas para curtir uma paixão nova, aquela sensação deliciosa de não pensar em mais nada que não seja o outro, de saber que tudo vai ficar bem enquanto você tiver ele do seu lado? O problema é que essa certeza absoluta tem prazo de validade, e é bom que ela tenha mesmo.

Não que felicidade tenha limites. Porque não tem, não, viu. E é bom checar o histórico de relacionamento de quem te diz o contrário. Deve ter passado por umas poucas e boas e ainda não está preparado para mergulhar de novo no mundo. O que tem limites é esta ideia – bem própria do comecinho dos comecinhos – de que é só a outra pessoa que importa, de que é só nela que você quer falar, comer, respirar, viver.

Ele te ama, te idolatra, morre de vontade de você. Ok, bom. Mas e o resto do mundo? Do que mais ele tem vontade? A longo prazo, isto faz toda a diferença. Se você está procurando alguém pra passar mais do que algumas noites juntos, talvez isso seja essencial. Ninguém quer passar anos do lado de alguém sem ambição nenhuma. E ambição nesse caso não tem nada a ver com dinheiro, não. Tem a ver com ambicionar alguma coisa que vai além de acordar-comer-trepar-dormir.

A pessoa que você escolheu para estar do seu lado tem tesão na vida? Fico muito feliz que ele tenha tesão por você, mas o que mais tira ele do sério? O que mais faz com que ele passe horas lendo sobre algum assunto sem nem perceber o tempo passar? O que faz o brilho no olhar dele te fazer perceber que ali tem uma faísca a mais que você não vê quando ele está pagando a conta de luz? É este brilho, acredite, que vai fazer você se apaixonar por ele de novo e de novo e de novo, daqui a anos e anos.

Encontrar alguém que ame a vida, que tenha interesses e paixões fora da relação, é um bem enorme que você pode fazer por você, e também pelo outro. Um relacionamento não é uma fórmula mágica que faz duas vidas se tornarem uma. É a gente reconhecendo que nossas duas vidas são duas, que pertencem a dois indivíduos independentes e felizes, que não vivem à sombra um do outro, e crescem dia a dia naquilo a que se propõe. Mas que resolveram fazer isso juntos, porque junto é muito, muito melhor do que sozinho. Porque eu te escolhi pra ser testemunha da minha vida. Pra ficar feliz com cada uma das minhas vitórias, como eu fico pelas tuas. E sem paixão, meu querido, sem paixão é melhor a gente nem sair de casa.

By: Vana Medeiros

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Data de publicação: 24/07/2014 Comentários

Será que ele é?

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Mulheres detetives, atenção: homens estilosos, vaidosos, adeptos da limpeza de pele e viciados no Esquadrão da Moda não são necessariamente gays, apesar do seu gaydar (o radar de gays) apitar nessas horas. Em regra geral, gays são homens que transam com outros homens. Se o seu cara não faz isso, das duas, uma: ou não é gay ou ainda não descobriu. Então, não tente descobrir por ele.

Certa vez, uma amiga contou que estava saindo com um cara que pedia a ela que colocasse o dedo na porta dos fundos dele. Ela, racional, pensou: “É uma zona erógena, que mal há nisso?”. Mas o emocional gritava: “Ele é gay, tira o dedo daí e cai fora!”. Mas vamos ser práticos: é preciso ser muito homem para pedir isso a uma mulher que você está conhecendo. Vamos ser mais práticos ainda: se ele preferisse um pinto, em vez de um dedo, ele nem pediria o dedo.

O fato é que durante esses constrangedores minutos – entre ele pedir, ela colocar e terminar o serviço – passava de tudo pela cabeça dela, menos tesão. A mente borbulhante pensava (e sentia) todos os detalhes do caminho: a aproximação, a chegada, a força amiga, os gemidos dele, mais força, a retirada e a repetição do processo mais algumas vezes.

Mas, cá entre nós: se ela não se sentia confortável com aquilo, por que fazia? A resposta dela foi simples: “Porque é natural que ele compartilhe comigo as vontades sexuais dele”. Ela sabia que não devia se importar com aquilo, mas se importava. Tanto que resolveu dividir a história com um amigo, procurando um apoio moral. E confesso: toda vez que eu encontrava o sujeito, lembrava que ele gostava de umas dedadas. Ah, não sou perfeito.

Nessas horas, as mulheres tendem a achar que estão sendo enganadas por homens que não querem se assumir gays. O que é natural: ninguém quer viver uma vida de mentiras. Exceto esses homens, claro. Talvez ele não seja gay. Talvez você esteja sendo preconceituosa demais com alguns detalhes. Talvez ele realmente seja gay, mas você jamais vai descobrir.

Outra amiga encanava com o estilo do pretendente: roupas, segundo ela, moderninhas demais, gosto apurado para moda (conhecia todos os estilistas e enlouquecia com a chegada da São Paulo Fashion Week), apartamento extremamente bem decorado para um homem solteiro (ela esperava encontrar pizza no sofá? mulheres peladas na parede?) e sabia o que era um sapato Oxford. “Mas ele é lindo”, ela dizia. “Então fica com ele”, eu respondia. Mas ela não suportou a pressão interna e trocou o rapaz por outro, um pouco mais másculo, segundo ela, “do tipo que decora a casa com latas de cerveja, assiste futebol aos domingos e nem conhece marca de roupa, além de C&A e Renner”.

Ela nem desconfia, mas existem gays barbados que jogam futebol todos os domingos com a rapaziada da firma. Existem gays casados com mulheres, que você jamais desconfiaria da vida dupla – e isso não é novela do Aguinaldo Silva. Existem gays extremamente masculinos e héteros um pouco femininos. Que tal repensar seus preconceitos?

Nestes casos, use a praticidade: se você está curtindo o cara, saia mais com ele, divirta-se, descubra o prazer em novas experiências. Do contrário, beijo e tchau. Apenas não deixe essas encanações ultrapassadas atrapalharem uma história que pode ser incrível.

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Data de publicação: 23/07/2014 Comentários

Coisas que você aprende quando decide escutar o seu coração

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Nunca acreditei na escrita como forma de ensinar lições. Deve ser por isso que detesto auto-ajuda – porque o que é a vida se não aprender com nossos erros e seguir arrependidos, mas felizes com nossas próprias lições? Não sei. Só sei é que eu sempre precisei sentir na pele, e por isso evito essa coisa de cagar regra sobre o comportamento alheio – como vocês já devem ter percebido (ou não). Que seja dado a cada um o direito de viver de acordo com as próprias convicções.

Mas há uma coisa martelando dentro de mim há um tempo que nem sei precisar, e que, inevitavelmente, preciso lhes contar: a vida se torna muito mais gostosa – ou pelo menos pra mim se tornou – quando aprendemos a ser livres de verdade.

Por que a gente cresce ouvindo essa baboseira sem tamanho de que vivemos em uma sociedade livre e coisa e tal. E, guardando conosco essa ilusão – às vezes a vida inteira – continuamos a nos deixar acorrentar por um cotidiano que não nos apetece.

Tanto é verdade que nove entre dez cidadãos comuns vivem esperando pelo próximo feriado– quando terão novamente a oportunidade de fugir das vidas enfadonhas que criaram para si mesmos. Dos empregos que não lhes motivam, dos estudos sobre coisas martirizantes, da rotina que os massacra. E nos deparamos com uma verdade assustadora: nós nos torturamos em horário comercial. Abdicamos de nossa liberdade e fazemos isso por nossa vontade.

Não digo, com isso, que você peça demissão amanhã – você precisa pagar as contas, né? Essa que vos fala precisa também, e por isso dedica-se a um emprego comum oito horas por dia, cinco dias por semana, quando gostaria de estar em um lugar qualquer, degustando vinhos e escrevendo sobre (e apenas sobre) o que gostaria de escrever. Quando gostaria de fazer um milhão de coisas que uma vida comum não permite. Paciência.

A boa notícia – pra mim e pra você – é que podemos ser mais livres e viver com mais prazer sem precisar jogar tudo pro alto (para, inevitavelmente, ter que recolher depois): fazendo escolhas simples que abrimos mão, muitas vezes, por este terrível hábito de fazer o que não queremos.

Digo isto enquanto degusto um vinho, no tapete da sala, numa segunda-feira em que, mais uma vez, não fui à academia. Não fui pelo simples fato de não querer ir. E estou exatamente onde quero estar. Estou me permitindo. Porque minhas vontades não têm calendário, nem relógio, nem senso de responsabilidade.

Noutro dia mesmo, enquanto desfrutava do meu passeio vespertino de bicicleta – quando, novamente, aperfeiçoava-me na arte de me permitir – avistei um balanço num parque infantil, bem ao lado de um bar movimentado, e fui invadida por uma vontade incontrolável de parar minha bicicleta e brincar. A minha vontade não se importou com o fato de eu não ter mais oito anos, e nem com a possibilidade de os adultos maduros e cidadãos de bem sentados naquele bar me apontarem e rirem. E eu também não me importei. E brinquei. E fui feliz. Aproveitei a oportunidade que a vida me deu de sentir prazer em vez de fazer a coisa certa – certa pra quem? – sem precisar largar o meu emprego e sair pelo mundo pegando carona.

Aprendi a minha lição comigo mesma e agora me dou ao direito de dividir com vocês. Ser livre depende, no fundo, de escolhas tão pequenas que nos passam despercebidas. Como tomar um vinho numa noite de segunda-feira ou trabalhar num domingo – se a minha vontade assim me aconselhar. A liberdade, no fundo, é algo muito mais simples do que pensamos: é fazer o que queremos e não fazer o que não queremos. Correr riscos, porque assim é a vida. Eu sou uma cidadã comum que Belchior um dia escreveu – mas uma cidadã comum que busca ser feliz acima de todas as coisas, e paga o preço disto. E, se quer saber, é isso que eu desejo pra você.

By: Nathalie Macedo

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Data de publicação: 22/07/2014 Comentários

O amor mora nos detalhes

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Não sei quanto a outros sentimentos, mas, falando de amor, não penso duas vezes antes de afirmar que, sim, ele se encontra nos detalhes. O amor está na tranquilidade que, muitas vezes, o outro nos traz apenas de fazer-se ali, presente, mesmo que em um cômodo distinto da casa. Nem sempre é questão de cheiro e toque; ele está também no impalpável, na cumplicidade invisível de um sentimento que não demanda excesso de palavras. Amar é também encontrar serenidade nos espaços e silêncios, é não precisar de provas diárias para lembrar-se de que se é totalmente idolatrado e aceito, mas carregar a paz e a certeza de uma entrega mútua que não permite dúvidas, pois é sentida em todos os lugares.

O amor está na telepatia, no conhecer o outro tão bem a ponto de antecipar suas palavras e pensamentos e, mesmo assim, sempre surpreender-se com a magia que é conectar-se tão profundamente com alguém a ponto de pronunciar frases sincronizadas, de ouvir o outro falar alguma coisa e pensar “nossa, eu ia falar exatamente a mesma coisa”.

O amor está na falta, na saudade absurda que sentimos do sorriso torto, da textura de sua camiseta favorita, do cheiro do pescoço e do cabelo bagunçado do outro. É esquecer-se propositalmente de todas essas coisas só para se apaixonar novamente por elas no reencontro. O amor é reencontro. É uma constante mistura dolorida e gostosa de uma saudade daquilo que, muitas vezes, ainda nem aconteceu.

O amor está, também, não necessariamente no concordar, afinal, e, felizmente, sempre haverá discordâncias e opiniões divergentes. Um será mais “relax”, tomará decisões precipitadas e impensadas e sempre irá adiar mais um pouquinho as consequentes preocupações, enquanto o outro será mais atento, meticuloso, sofrerá mais por antecedência do que por reais consequências. Mas, muito antes de compreensão, o amor está no respeito, na sensibilidade de saber ouvir mesmo que ainda assim não decida concordar, na não necessidade de mudar para agradar ou adequar-se ao outro; mas na liberdade de reinventar-se naturalmente, na tranquilidade de ser exatamente aquilo que se é.

O amor está em todos risos, ora tímidos, ora escandalosos; nos silêncios e também nos barulhos; nas pernas bambas e na força da união de dois corpos; no respirar tranquilo e também no não conseguir respirar; na coragem de incluir alguém nos seus planos, mesmo sabendo que amanhã já não seremos mais os mesmos; mas está, acima de tudo, exatamente no turbilhão de detalhes não denotáveis que surgem em nossas mentes quando alguém nos faz aquela difícil pergunta: “o que é o amor?”

By: Patricia Sebastiany

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Data de publicação: 21/07/2014 Comentários

Rapidinha: 4 dicas para transar no carro

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Quem já se empolgou dentro de um veículo estacionado na rua até os vidros esbaçarem sabe: é emocionante.

1. Preliminares em movimento
Qualquer passeio de carro fica mais gostoso se rola uma troca de carícias com quem está no banco do passageiro. Se o carona se empolgar, o trajeto pode ficar ainda mais interessante: dá para masturbar o motorista, enquanto dirige, dar beijos ao seu pescoço, lamber sua orelha direita, passear com a mão em seu tórax e até fazer um strip para esse assistir de rabo de olho. Um clássico que nunca perde a graça é o boquete durante o sinal fechado – altamente instigante.

2. A escolha do local
Muitos se excitam com o perigo, mas na hora de estacionar o carro para deixar rolar a pegação, todo cuidado é pouco. Se flagrado pela polícia, o casal pode ser levado para a delegacia, ou até ir preso.

Por isso é bom parar em um lugar afastado, onde não passa muita gente. Porém, meter-se em um parque deserto à noite já é arriscado demais.

Seja como for, o ideal é não se prolongar muito, o que deve minimizar os riscos. Também é recomendável não tirar a roupa toda, para ficar mais fácil de fugir diante de uma ameaça – não esqueçam que vocês estão em um local público e em posição vulnerável, da qual oportunistas podem se aproveitar.

3. Bancos para baixo
O sexo oral nas garotas rola mais fácil ao se reclinar totalmente os bancos da frente. Depois dá até para engatar um papai-e-mamãe ou alguma posição de ladinho. Caso queiram mais conforto, vale pular para o banco de trás. O espaço ali vai ficar ainda mais valorizado ao se baixar o encosto, quando ele se transforma numa pequena cama.

4. Ela por cima
Os bancos da frente são ideais para as posições em que a mulher fica por cima, com o homem sentado. O próprio volante pode servir de apoio, caso ela se sente de costas ao colo dele.

Quando há tesão, no final das contas, tudo se encaixa.

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Data de publicação: 18/07/2014 Comentários

Ele só quer te comer – porque esse discurso não deveria incomodar

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Você conheceu um cara incrível ontem. Ele é amigo do namorado da amiga da sua amiga. Não importa, ele gostou de você. Gostou do seu batom vermelho, do seu riso debochado e do cheiro que sentiu quando você chegou perto pra dar um ‘oi’. A malícia nos olhos dele deixou claro que ele sabia o que o seu oi significava: você queria fumar um cigarro, nua, na janela do apartamento dele, enquanto ele adormecia, exaustivamente satisfeito, com os seus gemidos ainda ecoando no quarto desarrumado.

E você – cujos olhos têm malícia também – soube ler no sorriso dele que ele queria mesmo arrancar seu sutiã no final da noite. Sem ter que pedir seu e-mail, nem conhecer sua mãe, nem saber qual é o seu prato preferido e nem te chamar pra jantar no japa.

No fundo, no fundo – e do alto da sua safadeza genuína – pouco te interessa se ele vai ligar no dia seguinte; não te interessa se ele ronca, porque você vai sair de fininho quão logo estiver saciada. Vai fechar a porta devagar e pegar o primeiro táxi. Sem deixar nem um bilhete na geladeira – porque, pra você, foi o suficiente. O agora valeu a pena e não precisa ter depois.

E quando você está quase absolutamente convencida do seu direito – pensando bem, não é um direito, é uma vontade mesmo – de querer só sexo casual, a sua amiga politicamente correta e entediante até a alma, fala alto no seu ouvido (por causa da música contagiante, que seria capaz de te salvar de ouvir aquela asneira): “Cai fora, ele só quer te comer!”

Ele só quer te comer. Como se você tivesse saído pra a noite, com a sua micro calcinha recém comprada e suas boas doses de tequila pra procurar um casamento. Um cara que tivesse um bom emprego e uma mãe menos chata que as sogras que você já teve. Que bebesse pouco e quisesse ter filhos, que não roncasse e também quisesse uma lua de mel em Veneza – porque qual mulher não quer uma lua de mel em Veneza? – ah, é, você não quer. Você só quer transar – e qual é o problema nisso?

Então, junto com essa nossa tão sonhada e, pouco a pouco conquistada liberdade sexual, deveria vir um manual de instruções sobre como se livrar da hipocrisia (e como ensinar isso às nossas amigas certinhas). Pra que toda mulher que quer sexo casual compreenda que não há nenhum desvio de caráter em um homem que quer só sexo casual. E isso quer dizer que não há nada de errado no fato de ele só querer te comer, desde que isso fique claro pra você – é como um ‘li e aceito os termos de uso’ – ninguém engana ninguém e os interesses coincidem.

Então você aprendeu que não há nada de errado em querer sexo casual. E não há nada de errado em um homem só querer sexo casual com você – isso não te faz uma biscate. Isso não significa que você não é digna de alguém que te dê mais que sexo: Pode significar – e significa, muitas vezes – que você simplesmente não quer alguém que te dê mais que sexo. E então, depois de jogar toda a hipocrisia na primeira lixeira pública, encha o peito pra responder à sua amiga politicamente careta: – Ele só quer me comer?! – ótimo. Eu só quero comê-lo também.

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Data de publicação: 17/07/2014 Comentários

Sorria, você está sendo seguido: sobre a obrigação de ser feliz o tempo todo

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Redes sociais estão cheias de imagens de plenitude total, onde só há espaço para a diversão. Mas somos nós mesmos naquelas fotos?

Nos últimos anos, nos tornamos especialistas em narrar publicamente nossa existência através de imagens: os pés na areia da praia, a farra com a família, a festa de sábado à noite, o almoço com os amigos, a cerveja gelada à beira da piscina.

Ser infeliz se tornou terminantemente proibido. Cada vez mais nos sentimos na obrigação de sermos felizes. Ou, se não for para tanto, externar esse sentimento de felicidade, mesmo que não corresponda exatamente à realidade. Além das inúmeras responsabilidades que temos sobre os ombros, funções que precisamos desempenhar no dia-a-dia, ainda temos que manter essa aparência. É uma expectativa decididamente ilusória, que acaba se tornando artificial. As pessoas não percebem que isso é contraproducente, porque, quanto mais experimentamos uma sensação, menor efeito ela tem sobre nós.

Se, pessoalmente, muita gente tem a necessidade de demonstrar que está sempre feliz, este tipo de comportamento é potencializado nas redes sociais. É preciso dizer que as fotos que publicamos não atuam sozinhas no álbum público da plenitude: elas recebem o endosso dos outros, que sublinham e aplaudem nossa felicidade.

Essa necessidade de ao menos aparentar um estilo de vida – e um estado de espírito –, que são superestimados no ambiente social, também tem seus laços na chuva de representações que consumimos diariamente via outdoors, celular, TV e, claro, internet.

O Instagram, e outras redes sociais, não são em si os produtores de uma felicidade artificial, mas servem, antes de qualquer coisa, como grandes condutores, vitrines pensadas para exibir o ser humano. E, verdade seja dita, as pessoas que só sabem viver “a mentira da felicidade” são, na verdade, as mais inseguras.

O reflexo que isso causa nos leitores desses perfis maravilhosos vai de admiração à inveja quando comparado com a sua própria realidade. Por outro lado, a intenção de quem se expõe, é exatamente esta: despertar algum sentimento em quem lê ou vê. Parece estar implícito no nosso subconsciente um questionamento tentador: de que adianta ir a Paris se eu não puder mostrar isso aos outros? Ao invés de experimentar uma felicidade genuína, mesmo que ninguém possa testemunhar, as pessoas preferem expôr uma felicidade artificial.

É difícil saber até que ponto a felicidade demonstrada nas redes sociais é aparente ou verdadeira. Parece que virou crime mostrar que se está insatisfeito com a vida, e as redes sociais disseminam essa ideia em níveis absurdos.

A sensação é a de que as pessoas começaram a planejar programas unicamente para postar nas redes sociais. Para mostrar ao mundo o quanto a vida delas é perfeita e quanto elas mesmas são felizes. Incontáveis vezes presenciei pessoas ignorando o momento em busca de uma foto perfeita. Essas pessoas perdem oportunidades em busca de uma foto que resuma a beleza do momento, ao invés de um momento que resuma a beleza.

Na modernidade desenfreada em que vivemos, é saudável estar presente nas redes sociais, mas há momentos que deveriam ser aproveitados na sutileza do anonimato. Os instantes mais importantes da vida são aqueles em que você percebe que o mundo está acontecendo na sua frente, e não na sua linha do tempo.

Vale, para terminar, o questionamento: o quanto o reconhecimento virtual é mais importante do que aproveitar um momento?

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Data de publicação: 16/07/2014 Comentários

Guia do Sexo Anal Gostoso e Sem Dor – 9 Dicas

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O sexo anal sempre foi cercado por um forte tabu. No entanto, milhões de pessoas, heteros e bissexuais, estão experimentando o sexo anal. O ânus é ricamente dotado de inúmeras terminações nervosas que estão interligadas aos principais músculos pélvicos, por ser o vizinho mais próximo dos órgãos genitais (que é a zona mais erógena do corpo).


Aproveite essas dicas para desfrutar de um sexo anal em dor, com muito mais prazer.

Há várias maneiras de se desfrutar do Sexo Anal além da penetração em si
Há muitas maneiras de se desfrutar o prazer anal eroticamente. As técnicas mais comuns incluem o toque na abertura anal com um dedo enquanto você masturba sua parceira(o) ou enquanto pratica o sexo oral nele.
Algumas pessoas gostam da sensação de um dedo – o seu próprio ou do parceiro – em sua entrada anal. Outros podem preferir a inserção de um dildo ou vibrador, que irá além da abertura anal. Muitos homens, inclusive heterossexuais, gostam dessa forma de penetração que vai mais além do que apenas um toque.
O sexo oral praticado no ânus é popularmente conhecido como anilingus ou beijo grego. A simples ideia chega a dar nojo em algumas pessoas, mas outros gostam (e são praticantes recorrentes) dessa prática.
Quando feita corretamente, a estimulação anal, incluindo a penetração, não é dolorosa
A crença de que a estimulação anal, principalmente a penetração, irá machucar, é um mito persistente e perigoso. O sexo anal sem dor é possível, basta você seguir algumas dicas importantes. Da mesma forma que qualquer dor em algum lugar do corpo indica que algo está errado, a dor na região anal quer dizer exatamente a mesma coisa. Com suas muitas concentrações de terminações nervosas, o ânus pode produzir muita dor quando é maltratado. No entanto, ele também pode ser uma fonte de grande prazer. Quando um dedo, acessório ou pênis é introduzido no ânus, os músculos anais produzem espasmos, como se estivesse lutando contra uma invasão. A dor geralmente acontece quando o parceiro não espera o músculo relaxar para começar os movimentos de penetração.
Se for feito cautelosamente, o músculo começa a se acostumar e a dor, ou incomodo, começa a ir embora. Mas isso só irá acontecer se a pessoa já estava tendo prazer antes do processo de inserir algo no ânus.
Paciência, relaxamento físico e emocional, prazer e, principalmente, a confiança no parceiro, são os elementos necessários para que tudo ocorra da melhor maneira possível e você tenha um sexo anal sem dor e com prazer.
O sexo anal pode ser apreciado mesmo que já tenha sido desconfortável no passado
Apenas o desejo não garante que o sexo anal será algo agradável, sem dor. Infelizmente, uma experiência anterior desconfortável é, muitas vezes, o grande motivo do desinteresse e desconforto das mulheres em querer experimentar o sexo anal.
A tensão criada antes do sexo anal é um dos maiores motivos pelo qual as pessoas evitam praticar essa forma de sexo. Experimentem começar devagar, com uma boa massagem anal, para que a tensão comece a ser quebrada. É preciso se libertar do passado se você quer ter essa grande experiência.
Há mais de um músculo na região anal
Se você inserir um dedo até meia polegada do ânus, e pressionar a ponta do dedo na lateral, você poderá sentir claramente os dois músculos do esfíncter. Há menos de um quarto de polegada entre eles. O esfíncter externo é controlado pelo sistema nervoso central – assim como os músculos da mão, por exemplo. Você pode facilmente contrair e relaxar este esfíncter quando quiser.
Já o esfíncter interno é bastante diferente. Este músculo é controlado pela parte involuntária do sistema nervoso, que regula funções como batimentos cardíacos e resposta de estresse.
Assim, o esfíncter interno reflete e responde ao medo e a ansiedade durante o sexo anal. Ele fará com que o ânus fique tenso automaticamente, mesmo que o parceiro passivo esteja tentando relaxar. Dessa forma, as precauções com a segurança e conforto são essenciais aqui.
A estimulação anal oferece muitos tipos de prazer
A maior concentração de terminações nervosas do corpo é encontrada no orifício anal. Um dedo pode se concentrar nelas e ser muito eficaz para dar prazer. Quando um acessório, ou pênis, é inserido além da abertura anal, no reto, será possível sentir um prazer que só a estimulação anal é capaz de dar. Em outras palavras, longe de ser uma atividade que, na melhor das hipóteses não irá provocar dor, o sexo anal é algo que poderá lhe dar prazeres únicos e que só serão possíveis através dessa prática. Se não for um sexo anal gostoso é porque algo não está certo.
Nos homens, a próstata – que vai um pouco além da parede retal – alguns centímetros para dentro, em direção à frente do corpo – pode ser uma fonte de prazer quando massageado por um dedo, um objeto ou um pênis. Além disso, a extremidade inferior do pénis fica próximo a abertura anal e, geralmente, é estimulada indiretamente pela maioria dos tipos de sexo anal.
O prazer do sexo anal pode ser tanto psicológico como físico. O tabu anal aumenta a emoção do proibido. Jamais devemos esquecer o quanto as sensações psicológicas podem nos proporcionar enorme prazer físico.
Estimulação anal pode levar ao orgasmo
Apenas uma pequena minoria (tanto de homens como de mulheres) conseguem chegar ao orgasmo através da penetração anal. As mulheres que conseguem fazê-lo, o fazem através de contrações musculares pélvicas e, uma outra parte, o fazem devido a emoção e a fantasia de estar sendo penetrada analmente (que trata da emoção, como falávamos acima).
Nesse último caso, se trata de estar explorando um desejo e um cenário que pode ser, em si, muito prazeroso. Esse tipo de orgasmo se torna mais propício quando os participantes ficam completamente absorvidos em suas sensações e fantasias. É por isso que, uma das piores maneiras de se conseguir ter um orgasmo anal é querer muito ter um – colocando pressão em si mesmo(a) para conseguir.
Mas, no geral, o que acontece é que as mulheres acabam tendo um pouco das duas situações: Tanto das contrações musculares como do desenvolvimento emocional.
No caso dos homens, a estimulação anal pode trazer o orgasmo de uma maneira bem menos complicada, que é através da próstata.
Mas, em ambos os casos, o mais comum é buscar o orgasmo através da estimulação dos órgãos genitais somados ao ânus, que pode proporcionar um prazer incrível.
 
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Data de publicação: 15/07/2014 Comentários

Mais altruísmo, por favor – porque precisamos de gente de verdade

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Somos a geração do aqui, agora. A gente quer tudo, a gente foi criado pra isso, a gente não sabe lidar com frustração, a gente está meio que lotando os consultórios dos psicólogos por aí e reclamando que a vida não está exatamente de acordo com esse nosso plano de dominar o mundo porque somos especiais, porque somos diferentes de todo o resto, porque temos alguma coisa aqui dentro que me faz melhor que você. Isso todo mundo sabe. (E todo mundo sabe que, quando uma sociedade inteira acha que é melhor do que o resto da sociedade inteira, é porque vem merda por aí).

O que fica complicado é decidir quando isso é ruim e quando é bom. É que essa coisa de ser mimado e de querer tudo aqui, tudo agora, é ruim, claro que é ruim, porque gera frustração, porque nos leva a operar por registros que não têm qualquer base na realidade, porque nos tira do chão. Mas, ao mesmo tempo, a gente precisava ser um pouco mais egoísta. O mundo andava precisando de uma dose de egocentrismo, mesmo que em conta gotas. É que em 2014, aqui, agora, na minha sala, no meu sinal de wi-fi, chega tanta informação, vindo de tanto lado, com tanta gente dizendo como a gente precisa se comportar, como se vestir, como trepar, como ser feliz, como abdicar do glúten, que não dá mesmo pra não parar um pouco e olhar pra dentro de si, esquecer do mundo, e se perguntar do que a gente realmente precisa, o que realmente faz a gente feliz.

Mas aí vem o problema mais uma vez. E se estivermos olhando demais pro nosso próprio umbigo? Quando saber qual é a hora de parar? A gente quer tudo o que nos agrade, nos faça bem, tudo o que se encaixe perfeitamente na nossa rotina, no nosso dia a dia, no que a gente quer pra vida. Mas e quando chega a uma hora no relacionamento em que a gente precisa ceder um pouco? Em que a necessidade do outro é mais importante que a nossa? Sabemos mesmo lidar com isso? Eu acho que não.

Eu acho que, porque a gente não tomou cuidado o suficiente, essa coisa linda de prestar mais atenção nas nossas necessidades e nos nosso desejos acabou nos destreinando para uma parte fundamental de qualquer relacionamento. Aquela parte que a gente sabe de cor do discurso do padre, mas que tinha que estar presente até nos namoros com duas semanas de duração: o ‘na saúde e na doença’.

Porque a vida é assim. Ela funciona em ciclos de mel e de bosta. Uma hora, tá tudo lindo e maravilhoso. Na seguinte, você está chorando pelos cantos sem saber o que fazer. E é de uma hora pra outra mesmo. Desgraça vem tudo junto, que é pra pegar com mais força. E se a gente não tiver com quem contar, se não tiver pra quem olhar do nosso lado, e nos apoiar, vale nada, não. O outro precisa da gente. É preciso estar disposto a entender que o outro é todo um mundo sobre qual a gente não sabe nem a metade. É preciso erguer a cabeça pra diante do próprio umbigo. É preciso mandar o nosso rei na barriga calar a boca de vez em quando.

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Data de publicação: 14/07/2014 Comentários

5 Dicas Para o Sexo no Chuveiro Ser Gostoso e Confortável

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Sexo no chuveiro é uma coisa sobre a qual muitas mulheres e homens se perguntam. Tem sido cena em numerosos filmes hollywoodianos assim como em pornô, então é comum que pessoas que nunca fizeram sexo no chuveiro ou banheira pensem que sexo no banho deve ser ardente, satisfatório e prazeroso além da imaginação.

Mas a verdade é que o sexo no chuveiro pode ser muito complicado. Pode até ser desconfortável, doloroso e estranho. Entretanto, não há razão para jogar a toalha. Aqui estão algumas informações básicas que você pode usar para melhorar o sexo no chuveiro.
Quando você entra no banho você já está nua, então você pode aproveitar a situação. Além disso, a água quente correndo pelo seu corpo é extremamente relaxante. Se você pode usá-la para acabar com o estresse do seu dia, vai ser capaz de focar em aproveitar o momento.

Para muitas de nós, o pensamento de sexo no chuveiro traz conotações negativas, como confinamento ou o medo de escorregar e cair. São necessárias algumas manobras criativas, mas você não deveria deixar que isso te impeça de tentar fazer de vez em quando. Aqui estão nossas dicas para fazer isso funcionar.

1. Segurança Primeiro


É fácil escorregar no banheiro, mas se você tomar algumas precauções isso te salvará de qualquer ferimento doloroso ou situação embaraçosa.
Certifique-se de que o chão está limpo e não tem resíduos de sabão ou de óleos.
Proporcione uma ventilação adequada para que ninguém fique zonzo com o vapor.
Se você ainda não os tem, invista em algumas alças de mão ou hastes para toalhas para colocar na parede do banheiro para ter mais apoio e estabilidade.
Use alças adesivas ou um tapete de borracha no chão.
Também considere escolher um banquinho forte de borracha.

2. Limpe Antes de Sujar


Antes que as coisas fiquem sujas, certifique-se de dar uma boa limpada no seu chuveiro. E já que está lá, limpe o banheiro inteiro. Nada te tira do clima como restos de sabão ou cabelo no ralo. Elabore a cena com algumas velas aromáticas suaves, toalhas limpas e macias, e remova qualquer coisa desnecessária da pia.

3. Prepare o clima


Tente se preparar para múltiplas possibilidades. Assim como você prepara o clima no quarto para uma noite especial, faça-o também no banheiro. Velas e óleos de massagem perfumados são ótimos. Mantenha alguns sabonetes cheirosos à mão, mas use com cuidado. Evite usar qualquer coisa perfumada próximo às áreas genitais, já que pode causar irritação. Um dos pontos negativos do sexo no chuveiro é que a água remove a lubrificação natural, então você irá querer vários lubrificantes a base de silicone por perto.

4. Limpem os Cantos e Recantos um do Outro


Isso não é só sexo. Tomar banho juntos pode ser um momento muito íntimo, romântico e sedutor mesmo sem o sexo. Use uma esponja, luva de banho ou um pano suave e se alternem lavando um ao outro. Esse ato íntimo leva, naturalmente, à outras preliminares mais sensuais.

5. Brinquedos Aquáticos


O chuveiro é um lugar perfeito para usar um brinquedinho sexual novo. Já que vocês já mudaram de lugar, podem levar as coisas a um outro nível. Imagine quanta diversão vocês podem ter com um vibrador à prova d’água ou outros brinquedinhos. Além disso, eles estarão instantaneamente limpos após vocês terminarem. Se você não tem nenhum brinquedo sexual, invista em um chuveirinho. Vocês podem usar isso pra jogarem água um no outro e mais.


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Data de publicação: 12/07/2014 Comentários

Case-se com um homem que…

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Case-se com um homem que deite no seu colo, de um jeito meio largado, meio descompensado, meio de quem pede ajuda porque o chefe é um mala e as coisas só dão certo porque ele tem você no fim do dia. Não escolha alguém que faz tudo por você, que vive por você, que atende todos os seus caprichos. Sabe por quê? Porque um cara desses deixaria de ser dele pra ser seu, se esqueceria da vida dele pra viver a sua e, cá entre nós, você quer somar, não é? Ou quer alguém que viva por você, não com você? Por isso mesmo é que você deve se casar com alguém que traga um novo mundo pra juntar ao seu e que te mostre como os seus planetas ainda podem ser desalinhados de uma forma bonita.

Case-se com um homem que te desperte. Da cama, do medo, dos pesadelos. Que te beije na testa com ternura e faça cafuné, mesmo sabendo que você odeia que enrolem o seu cabelo. Um homem desses que despenteiam, desses que deixam uma bagunça gostosa no meio campo. Queira um homem, um cara, um rapaz, seja lá o seu termo preferido, que tenha um olhar que não te atravesse. Alguém que vai olhar pra você e ver quem você é, sem construções idealizadas ou suposições construídas na fantasia. Sem olhares que atravessam e se desviam, que não encontram os seus olhos e caminham pelo seu corpo. Escolha os olhos daquele que sustenta o mundo quando te olha. Ele tem que ser forte, e talvez a força dele seja essa de te ajudar a dividir o peso do mundo nas costas, de te ligar no almoço pra dizer que te ama e que nunca se esqueceu de ti.

Queira um cara que vá se emocionar quando vê-la entrando na igreja. E que se emocione com você de pijama acordando. Que te ache linda independente do seu manequim e que se orgulhe de você pelas suas conquistas do dia a dia, até aquelas pequenininhas como conseguir passar do primeiro dia da dieta. Case-se com um homem que vá rir de você quando você fizer um escândalo por ter quebrado a unha ou por ter furado o dedo pregando um quadro na parede. Ele tem que ser do tipo que sabe que você não precisa dele, e por isso mesmo que fica. Fica e vai ficando, vai se alojando no sofá, vai deixando a escova de dentes e quando você for ver, ele vai ter aprendido alguma receita no Google pra tentar te impressionar. Valorize um homem pelo esforço dele, não só pelo resultado final. Você vai perceber que um homem que se esforça pra te ver feliz é um homem que vale mais do que qualquer Encantado que a Disney tentou te vender como homem perfeito. Desconfie de um cara sem defeitos. E aprenda: tipos perfeitos como os dos livros infantis não existem. O que existe são homens que, ao seu modo, conquistam você e fazem pender a balança pro lado das qualidades, enquanto você aprende a lidar com os defeitos.

Deseje um guri que seja louco. Não por você, mas pela vida. Gente louca pela vida gosta de explorar o mundo, a cidade, a rua de cima, o novo restaurante japonês da Liberdade e tudo mais. Gente que é louca pela vida entende bem de liberdade, companheirismo, amizade e todos esses sentimentos que só quem gosta de viver entende. Além disso, te garanto que gente assim tem um ótimo papo. Daqueles que não contam vantagem e ainda desenham na sua cabeça as cenas todas que alguém com muita paixão já viveu. Daqueles que fazem você se apaixonar sempre que falam da forma com que o mundo deles mudou desde que você chegou.

Por fim, mas não menos importante, case-se com um homem que te ame em detalhes. Nos cartões das flores, na careta da selfie, na camisa cafona que a sua mãe deu de presente, na vez em que ele percebeu que você tinha cortado o cabelo antes de você falar, nos pedidos de comida às duas da madrugada quando ele percebe que você tá morrendo de fome e cagou pra dieta, no anti-alérgico que ele carrega na carteira caso você precise. Case-se com quem te faça sentir que esse texto é pouco pra falar dele e te faça vontade de continuar a escrevê-lo, mesmo que você não seja lá muito boa com palavras, mesmo que você só saiba definir o que sente por ele como amor.

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Data de publicação: 11/07/2014 Comentários

Timing – Quando Pessoas que se Querem Estão em Tempos Diferentes

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Deitada na cama, mirando o relógio tiquetaqueando sobre a prateleira logo a frente me pego a pensar um pouco sobre a imensidão de possibilidades que envolvem cada segundo que move o ponteiro daquele objeto. Mais precisamente, penso sobre timing.


A definição de timing seria mais ou menos como ter o seu momento, cada coisa em seu devido lugar, no seu preciso espaço de tempo. A base do timing é o livre arbítrio, e como não poderia deixar de ser, cada um tem o seu e faz dele o que bem entende. E se existe uma coisa na vida que não tem como moldar é o poder de escolha do outro.

Somos feitos de um barro único. Cada pessoa no mundo tem sua carga de medos, receios e a bagagem mais pesada que existe: expectativas. E o engraçado disso tudo é que expectativa é uma coisa tão nossa, fruto de vontades tão individuais que a gente teima em cometer um erro gravíssimo, que é justamente depositar sobre os ombros alheios desejos que são muito pessoais. Daí a gente começa a cobrar, exigir, demandar atitudes que na maioria das vezes o outro simplesmente não está preparado para corresponder.

Na vida a gente vem por um caminho, o outro vem por um diferente. Os dois podem ter chegado a uma mesma trincheira, numa mesma volta do relógio, mas se você veio por um atalho no bosque e o outro por uma longa estrada no deserto, isso muda completamente a forma como ambas as partes decidem continuar a trajetória. Mas entender o tempo do outro e ter paciência suficiente para esperar aquele momento precioso em que os dois estão pisando com o mesmo pé, com a mesma força, na areia da mesma praia, é um esforço quase tão difícil quanto entender que amar alguém não necessariamente implica em ser amado de volta. A base da compreensão do timing é a mesma do amor: nada na vida é barganha. Não dá pra querer pelo outro.

Então não interessa se vocês namoram há 10 anos, 7 meses, 2 dias e 14 horas. Não interessa se você deixou de ir a chás de panela para marcar presença em chás de bebê. Não interessa se o tempo está passando e você sente necessidade de algo mais para preencher o buraco que a expectativa criou. Se ele/ela ainda não se sente preparado para morar junto, noivar, casar, ter um filho que seja, nada no mundo será capaz de fazê-lo mudar de ideia.

A mesma história fica evidente quando a gente conhece uma pessoa legal que por algum motivo age como um completo idiota. Acredito firmemente que existe uma grande diferença entre pessoas sem caráter e pessoas com passado. Infelizmente (ou não) aquela história de “seu passado te condena” é a mais pura verdade. O que somos hoje, é fruto e reflexo direto de todas as experiências boas e ruins que já vivemos na vida. Então não adianta querer um relacionamento sério com um cara que acabou de terminar um namoro de anos. Ele, assim como todo mundo, precisa de um tempo para processar certas perdas, recolocar as roupas velhas no guarda-roupa e abrir as janelas do coração outra vez. Da mesma forma, não adianta querer convencer uma mocinha que teve seus sentimentos drasticamente negligenciados por alguém a se entregar tão prontamente ao amor novamente. Cada pessoa tem seu próprio tempo de cura, cada um sabe quando é tempo de dar mais um passo adiante ou quando é hora de parar e esperar uma brisa mais agradável para proceder com a caminhada. O seu timing pode não ser o do outro.

Ou a gente aceita, coloca um banquinho do lado da porta e espera o outro entrar, feliz e satisfeito com isso. Ou a gente aceita, coloca um banquinho do lado da porta e deixa o outro sair, igualmente feliz e satisfeito com isso.

Expectativa é bom até o limite em que ela ultrapassa as gostosas borboletas no estômago para virar caraminholas na cabeça. Melhor do que ter sonhos com alguém, é saber que esse alguém tem os mesmos sonhos com você porque ele simplesmente assim deseja e não por uma mera convenção social.

O relógio sob a prateleira, ruidosamente caminhando pela casa dos segundos, me fez entender que assim como as pessoas, o ponteiro tem o tempo certo de correr pelos minutos. Paciência para que os relógios parados comecem a se mover, para que os ponteiros se afinem, para que o tiquetaque da vida seja agradavelmente o mesmo. Ou simplesmente coragem, para abandonar o velho relógio de prateleira e deixar que o primeiro raiar de sol nos diga quando é hora de acordar.

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Data de publicação: 09/07/2014 Comentários

As 5 Etapas do Fim dos Relacionamentos

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Todo fim de relacionamento é uma forma de luto. Independente dos motivos do fim, não é nada fácil se readaptar a uma rotina sem aquele que, por diversas vezes, esteve do seu lado. Os dedos parecem querer discar o número do outro, você se vê fazendo a receita preferida dele, aquela praça – que por tantas vezes foi cenário de beijos e conversas – hoje parece mais tristemente vazia do que nunca. Assim como o luto, que segundo a psicologia acontece em cinco fases, os fins de relacionamentos também seguem uma lógica parecida. Quem já viveu essa situação provavelmente vai reconhecer as fases. E para quem está vivendo, vai servir para lembrar que tudo está bem quando acaba bem. São elas:

1. Descrença

A ficha nunca cai na hora. A sequência de palavras não-dá-mais parece atravessar o peito como um punhal, mas, na hora, você não sente a dor. Por mais crítico que o relacionamento pudesse estar, os envolvidos (principalmente quem tomou o pé-na-bunda) parecem achar que aquilo foi só um momento ruim, que tudo vai voltar como era antes. O fim da história parece ser abrupto demais, e sempre tem cara de uma continuação, seja ela qual for.

2. Raiva

Quando a ficha realmente cai, e você pela primeira vez tem o clique do “já-era“, um outro processo tem início – o da raiva. Sua mente começa a revirar todos os fatos, e você passa a buscar (ou até inventar) todos os motivos possíveis para ter raiva do outro. Mesmo em términos sem conflitos, quando a pessoa apenas foi sincera ao dizer que o amor havia acabado, fica aquela sensação do tipo ele-não-podia-ter-feito-isso-comigo. É nessa fase que pobre bichinhos de pelúcia dados pelo ex vão parar na fogueira, junto com as cartas, bilhetinhos e porta-retratos. Nessa hora também, você aperta com gosto o botão do FB de excluir o sujeito da sua lista de amigos e também da sua lista telefônica. Aquele que antes era personagem principal dos seus sonhos, de repente entra para a sua lista negra.

3. Carência/ Depressão

Depois do outro ter virado vudu nas suas mãos e de você tê-lo xingado de todos os nomes feios dos quais se lembrava, vem a fase da tristeza maior. Você de repente entende que acabou, e que alimentar toda a raiva que você vinha nutrindo não vai mudar a situação. Nessa hora, você começa a relembrar somente as coisas boas que aconteceram (e tende a esquecer as ruins): de como a conchinha com ele era boa; de como era bom acordar e ser mimado com chocolate com pão na chapa na cama; de como o sexo era sempre delicioso; de como era bom ter pra quem ligar quando recebia uma notícia boa; de como todos os lugares parecem chatos agora que você não o tem mais por perto. Essa é uma das fases mais perigosas – a tristeza pega tão forte, que recaídas acabam rolando para quem não está fortalecido. Acontece que a dor faz parte do processo de cura, e se você não deixa a ferida fechar e vai logo correndo de encontro a ele, pode tomar um tombo ainda maior, já que nada vai ter mudado. Resistir é preciso.

4. Aceitação

Nessa fase, depois de ter comido o que o diabo amassou nas outras três anteriores, você começa a se acalmar e aceitar os fatos como eles são. Você tem certeza de que acabou, já desabafou xingando o sujeito de todos os nomes, já chorou a falta dele na noite fria de domingo e agora começa a aceitar que precisa continuar seu trajeto porque o mundo não tem botão de pause pra gente sofrer. Essa é a fase na qual você começa a aceitar os convites dos amigos pra ir dançar e esfriar a cabeça (antes você relutava e, quando topava ir, ficava achando tudo chato) e volta a se divertir, começa a olhar para outras pessoas na rua como potenciais pretendentes, você já não tem mais vontade de chorar cada vez que te perguntam o que aconteceu e a vida começa a perder o filtro preto e branco e vai ganhando cor de novo.

5. Motivação

Nessa altura do processo, você está praticamente curada da dor. A ferida fechou por completo e só deixou uma cicatriz ali que já não te desperta muitas sensações quando você a vê. É comum nessa fase você olhar para trás e não entender muito bem como sofreu tanto e o porquê de tanto choro e revolta. O motivo do fim agora fica claro na sua mente, e você percebe que o término foi a melhor coisa que poderia ter acontecido. Você passa, então, a pensar mais em você e na sua felicidade. Ou decide que quer ficar um tempo sozinha, se mimando, ou se abre para novas possibilidades e deixa o olhar atento para o próximo sujeito que vai merecer ocupar a sua cama e o seu coração.

Nem sempre as pessoas passam por essas fases de forma linear, e não há como estabelecer um tempo de duração de cada fase. Tudo depende do histórico de experiência de vida da pessoa, do quanto ela acredita em si mesma e se valoriza, e do quanto ela está fortalecida para enfrentar os tombos da vida. Algumas levam anos para completar o ciclo; outras estão prontas para recomeçar em poucos dias. O sofrimento é essencial, ele é o nosso grande mestre que nos ensina as maiores lições na vida. Mas a escolha entre superar um fato ou se apegar a ele e alimentar a dor é absolutamente nossa. E você, o que vai escolher?

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Data de publicação: 08/07/2014 Comentários

Aquele Boquete Bem Feito Sempre Volta Pra Você

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É dando que se recebe. Simples assim. E essa verdade incontestável que atua em todas as esferas da vida deve sim também imperar quando o assunto é sexo. Afinal, para ser bom, o sexo precisa ser uma via de mão dupla. Mas acredito que muitas vezes esse preceito é esquecido. Tanto homens quanto mulheres, às vezes, se esquecem dessa regrinha básica e não se entendem debaixo dos lençóis.

Foi-se o tempo em que as mulheres eram vistas como uma máquina de reprodução e tinham relações sexuais em que o prazer passava longe. Elas tinham que aguentar estáticas o “provedor do lar” mandando ver buceta adentro, afinal essa era a sua função: parir e agradar teu homem. Graças a revolução sexual e aos tempos modernos essa realidade mudou. Contudo, essa evolução ainda não chegou para muitos machos-alfas. Basta assistir a um filme pornô e contar quanto tempo o cara faz sexo oral na mulher, e o quanto demora o boquete que ela faz. Muitos homens devem se inspirar nesses filmes e achar que é assim: “Umas lambinhas bastam”, devem pensar, mas não adianta querer que ela faça O boquete dos sonhos se você nem se esforça para dar prazer para ela. Pior ainda é quando eles dão umas “passadas de língua” lá embaixo pra mostrar “olha cumpri o meu papel”, partem pra penetração e ficam lá no britadeira mode on forever.

Tem muita mulher que ainda não consegue sentir todo o prazer que o sexo pode oferecer porque ainda não “está no ponto” quando o ato começa. Pesquisas mostram que a mulherada gostaria que as preliminares durassem o dobro de tempo que realmente duram. A lubrificação é essencial para o prazer feminino, por isso é muito importante investir nas preliminares para “deixar o terreno pronto”. E nada de pressa nessa hora! Preliminares, rapazes, são essenciais! O corpo feminino é repleto de zonas erógenas que quando estimuladas da maneira correta ascendem (quase que instantaneamente) o libido da mulher. Tinha até uma amiga cujo lema era “lubrificada eu faço tudo”, por isso, pensem nas várias formas que a garota vai querer (e poder) te agradecer quando você fizer um bom trabalho.

Já vocês, mulheres, não achem que ele vai se esforçar pra aprender a fazer um oral gostoso e ficar horas nas preliminares se vocês também não tiverem atitude na hora H. Homem gosta quando é a mulher que tem a iniciativa, quando ela sugere o que quer fazer, diz quais posições prefere, atitude é fundamental no sexo também. Não adianta ficar lá paradona igual a uma múmia esperando que o cara faça todo o trabalho sozinho. Só gente com problema mental curte necrofilia, e a era da repressão sexual feminina já era, por isso expressem-se, garotas!

E quando a moça faz boquete com má vontade? Creio eu que não deva ter coisa mais broxante do que receber um sexo oral sentindo que a pessoa tá com “nojinho” do que tá fazendo. Sexo é troca de favores – e tem que ser feito com vontade. Além disso, além de você agir pensando nos “benefícios” que irá receber mais tarde, tem também o prazer de sentir que você está satisfazendo o seu parceiro. Uma pesquisa feita na Inglaterra, na Universidade de Leeds, mostrou que geralmente as mulheres não estão gozando quando gemem durante o sexo, mas o fazem para estimular o parceiro. Tem coisa mais excitante do que saber que você é a fonte de prazer daquela pessoa?


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Data de publicação: 07/07/2014 Comentários

Em Busca da Calcinha Perfeita

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Entre as tantas loucuras femininas, existe uma que por inúmeras vezes tira o nosso sono: a calcinha. Logo depois da típica pergunta “Com que roupa eu vou”, vem sempre a: “Com que calcinha eu vou?” Sim, sabemos que os homens ligam muito menos pra lingerie do que a gente mas, quando estamos mal-intencionadas, sabemos sim usá-las ao nosso favor!

Se minha calcinha falasse…

O combo calcinha “bege, sem graça” do tipo shortinho + “Estou com dor de cabeça” é muito usado pelas mulheres para dar o aviso: “cada um no seu canto.” Também temos o oposto – quando uma calcinha fio-dental ou a clássica cinta-liga sinaliza: “vem que tem”.Venhamos e convenhamos, você não vai para a balada que o seu ficante ou namorado vai estar, de calcinha “bege + básica + sem graça”, não é mesmo? Ainda mas quando a intenção é fazer o lance ou romance pegar fogo.

E para aqueles homens que acham que a melhor calcinha é aquela que fica no chão, errado! Elas ficam ainda mais lindas no corpo feminino e nós adoramos a ideia de vocês as tirarem, viu? Portanto, um pouco mais de atenção com a pobre calcinha, não faz mal a ninguém. Analisar, define.

Qual escolher?



Listras, bolinhas, rendas, lisas, fio dental, shortinhos, tanguinha ou do jeito que ELES gostam, sem nada. Mas vale lembrar que realmente importa não é só ter uma calcinha bonita, mas sim atitude na cama – assim como não tem calcinha bege que sustente um relacionamento, não dá só para ficar no tradicional papai-mamãe.

As calcinhas femininas são resumidas em três modelos: tanguinha, fio dental ou shortinhos.

Tanguinha de cada dia

Ah, nossa tanga de cada dia! O modelo tanguinha é o mais comum e usado pelas mulheres – é aquela calcinha mais fininha nas laterais que permite certa liberdade e conforto. É maior que o fio dental, portanto, não mostra muito. São aquelas calcinhas sexy na medida, porque valorizam as curvas femininas.



A paixão nacional – o fio dental

Não preciso nem dizer que 10, entre 10 homens são apaixonados pela calcinha fio dental. Também não é pra menos – não importa o bumbum que você tenha grande, normal ou pequeno, todos ficam bom nesse modelo.

O fio dental valoriza o bumbum, é sexy e faz qualquer mulher se sentir femme fatale. A noite é especial? Vá de fio dental. A noite é de balada, dependendo da sua intenção, também vá de fio dental, nunca se sabe, não é mesmo?

Agora, fio dental pode ser lindo, sexy… mas não conte com conforto. Sim, assim como o sapato mais lindo machuca o pé, a calcinha mais sexy é a mais desconfortável.



O cúmulo do conforto – calcinha shortinho

Ah, o conforto! Nada melhor do que sentir a tal liberdade. Assim como os homens têm a cueca box, as meninas ficam com os shortinhos. Na maioria das vezes são fofos, com desenhos ou rendinhas .

Mesmo sendo o sinônimo de conforto, acabam sendo sexy, pois ali existe um fator determinante para o olhar masculino: a polpa do bumbum ou a famosa “curvinha”.



Calcinha é calcinha – independente da cor, textura ou tamanho, ela sempre vai atiçar os homens, porque criam a barreira visual que os separa do “paraíso”. Independente do seu modelo preferido, o que mais vale é a sua atitude. Afinal, nada mais sexy do que uma mulher segura de si, esteja ela de tanguinha, shortinho ou fio dental







Data de publicação: 04/07/2014 Comentários

Dicas espertas para esquentar o sexo com ela e aumentar o seu prazer:

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1. Descubra a arte de escolher um bom filme:
Se a idéia é esquentar o clima, descarte logo os filmes românticos e parta para os clássicos do erotismo. Em linhas gerais, moças preferem filmes do gênero que tenham enredo interessante, e não apenas “figuras”. Sugestões clássicas sempre bem-vindas: “O último tango em Paris”, “Nove e ½ semanas de amor”, “Emmanuelle”, “O amante de Lady Chatterley”.


2. Se jogue na pista:
Fazer um strip-tease em clima de brincadeira é muito excitante para algumas mulheres. Não por acaso elas ficam tão animadas em chás de cozinha com convidados especiais vestidos de policial ou bombeiro. Bom humor é um dos componentes mais excitantes para uma noite de sexo bem-sucedida.


3. Incremente o estoque de brinquedinhos eróticos:
Cápsulas vibratórias (Bullet) para estimular partes variadas do corpo da mulher estão entre os itens mais vendidos das sex shops. Alguns têm até controle remoto para atiçar à distância a libido da parceira.


4. Invista no nipy:
aposte em uma cueca boa. Se possível, fuja daquelas convencionais e opte por modelos do tipo boxe ou samba-canção – muito mais sexy aos olhos femininos.


5. Capriche no sexo oral:
O clitóris é uma das zonas erógenas mais importantes do corpo de uma mulher, mas nem só ali está o foco do prazer. Segundo a fisioterapeuta e professora de sexualidade, Débora Pádua, os pequenos lábios também devem ser estimulados sem muita pressão. O importante é fazer tudo com suavidade – só nos filmes eróticos as mulheres (fingem que) gostam de força em partes delicadas do corpo.

Agora você já tem algumas dicas que vão te ajudar.
Acerte no ponto.

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Data de publicação: 03/07/2014 Comentários

Porque querer evitar o sofrimento pode estar te causando ainda mais dor

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Você já reparou como existe uma geração de pessoas completamente ultrassensíveis a qualquer grau de desconforto? Basta uma ameaça imaginaria de sofrimento que imediatamente correm, escapam, negam ou se antecipam como ninjas para que nenhuma sombra de mal-estar as atinja.

Essa fobia ao sofrimento parece estar se tornando um mal generalizado, perpetuando uma correnteza de pessoas reclamonas e insatisfeitas. Mas o pior cenário parece atingir aquelas que estão sempre se antecipando a inúmeros problemas que nunca vão se concretizar.

Você pode identificar alguns comportamento tipicamente sofrimentofóbicos:

- Bloqueio emocional para amar para não ter que se desiludir

- Quando a pessoa por medo de tomar um fora dá um pé na bunda antes

- Marca cinco compromissos no mesmo horário para não ter agenda vazia e sofrer de solidão

- Come o tempo todo por que não pode sentir um pingo de fome

- Busca companhia constante (até as ruins) desde que não fique um minuto sozinha

- Não muda nem um milímetro sua rotina para não lidar com surpresas ou contratempos

- Está sempre se justificando para nunca lidar com críticas

- Posta centenas de fotos para ser curtida e achar que é amada

- Não posta nenhuma foto para não comprovar sua pouca popularidade

- Por medo de se desiludir não deseja ou sonha mais nada

- Não criar vínculos significativos para não se decepcionar

- Acumulação de pertences pessoais para nunca passar por privações futuras

- Descuido ou cuidado excessivo com a saúde para não lidar com o adoecimento ou envelhecimento

- Vida apática para não se aterrorizar com a perspectiva da morte

- Vida acelerada e super agitada pelo mesmo motivo acima

A lista é quase infinita nas pequenas variações de intensidade e frequência. O ponto de todas elas é obter a maior quantidade de controle sobre cada evento, pessoa ou variável ao seu redor para que nada saia do script previsto.

Essa vida automática e esteriotopada que pode se mascarar de descolada ou coxinha causa um estado constante de alerta, ansiedade e vazio pessoal. É só reparar como todos estão com o corpo tenso, a fala apressada e o olhar apreensivo. Parece haver uma escola informal que treina as pessoas em jogos sociais para “evitar” o sofrimento: “Ligo agora ou deixo o fulano sentir minha falta?”, “ele não me merece, vou dar o troco”, “beltrana pagou, quem manda se meter comigo”, “não tenho problema com a bebida, sigo minha vida louca!”.

O efeito paradoxal é uma vida emocional pobre de intimidade e desidratada de emoções verdadeiras. Não é raro notar sempre um ar combativo nas conversas pessoais ou comentários online, para sempre haver uma ameaça de afronta, ofensa ou inveja potencial.

Outra consequência é exatamente criar mais sofrimento na tentativa de evitá-lo. Nunca se viu uma quantidade enorme de pessoas deprimidas, ansiosas, com problemas conjugais, profissionais e sexuais exatamente por evitar a todo custo sofrer.

Por outro lado as atitudes que poderiam abrir espaço para a cessação do sofrimento são pouco valorizadas ou cultivadas numa sociedade que tem repúdio por práticas que não tragam alívio imediato. Relaxamento, desapego, liberdade, generosidade autêntica e sabedoria são palavras que ficam empoeiradas nas prateleiras do coração humano. Segundo aqueles que fogem do sofrimento imediatista elas trazem resultados só depois de muito esforço e tempo.

Para se libertar do sofrimento é preciso admitir que ele venha desajustar um pouco do seu excesso de certezas e colocar em xeque seu orgulho pessoal. Se admitisse cair você cairia menos, se aceitasse perder você perderia menos, se acolhesse a desilusão se desiludiria com menos frequência. O luto não é uma maldição, mas um período necessário de recomposição psicológica.

É pelo caminho da abertura, da entrega, da vulnerabilidade que o sofrimento pode bater mais raramente na sua vida. Afinal, quem se fecha para o sofrimento é aquele que sofre por mais tempo e quem flui nos altos e baixos da vida sofre, mas se renova.

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Data de publicação: 01/07/2014 Comentários

Rapidinha: 5 atitudes na cama que vão deixá-lo com vontade de você

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Se você, garota, deseja fazer seu parceiro ao céu, uma boa dica é mandar ver nessas ideias:

1. Insinuar-se
Eles adoram um charminho. Quando a menina abre a blusa aos poucos, põe um dos seios para fora e esfrega saliva no próprio mamilo. Quando ela caminha de quatro até ele ou dança tirando a roupa, lentamente. Se ela ri, envergonhada, mostrando a calcinha, em um aparente descuido. Aquela mordidinha no lábio de leve, remexendo no cabelo.

Tanto faz se seu charme são os trejeitos de moleca ou a postura de femme fatale. Quanto mais natural você for ao se insinuar para ele, mais sedutora deverá parecer.

2. Estímulos por todo o corpo
Muitos homens reclamam que as garotas neglicenciam suas zonas erógenas dispersas ao longo do corpo. Os mamilos masculinos, por exemplo, têm tanta sensibilidade quanto os das mulheres.

E felizmente saiu de moda essa cultura que prega que o ato sexual gira ao redor do falo. Tantas são as formas de prazer sexual que é desperdício se focar em apenas um movimento ou pedaço do corpo. Eles também se sentem excitados ao receber estímulos na pele e regiões mais sensíveis – arranhões no peitoral, lambidas na orelha, beijos na nuca, bumbum, etc.

Não adianta nada ser linda e sensual se você não se dedicar a dar prazer de verdade. E realizar carícias pode ser tão prazeroso quanto receber.

3. Contato visual
Jogar aquele olhar fatal enquanto se despe. Encará-lo quando subir ao seu colo e antes de lhe dar um beijo. Contemplar sua expressão de tesão durante o boquete. Olhar fundo nos seus olhos enquanto conduz a transa, por cima. Nada precisa ser dito, pois todos os sentimentos se descortinam nas janelas da alma. Olhares inspiram cumplicidade e são altamente sedutores.

4. Rebolado
Não há homem que resista ao rebolado hipnotizante de um quadril em movimento. Se quer fazê-lo babar de tesão, remexa o bumbum como se não houvesse amanhã. Seja cavalgando, de quatro, de ladinho. Sem medo. Empine-se, solte-se. Mexa-se! Acompanhe o vai e vem da penetração enquanto rebola sem cessar. Requebre os quadris inclusive durante o boquete e, um pouco mais lentamente, enquanto recebe sexo oral. Ele certamente não vai se cansar de admirar o movimento.

5. Gritos de prazer
Assistir ao orgasmo delas enche os homens de satisfação. Não apenas por ser uma cena linda de se ver, mas porque dá uma inflada no ego masculino constatar que eles também são capazes de levá-las à loucura.

Nessa hora, se a garota se entrega, a sensação se intensifica. Claro que, se ela fingir ou exagerar propositalmente nos gemidos, vai ser ainda mais frustrante do que se simplesmente deixar de gozar. Deixe os gritos rolarem, espontaneamente.

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