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SEMANA INTERNACIONAL

Mulheres para as quais tiramos o chapéu

10/03/2012 - 08:47 - Atualizado em 10/03/2012 - 08:55

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Dilma Rouseff - Presidente do Brasil
A mulher que vivenciou os horrores da ditadura hoje governa o Brasil. Dilma tem fama de durona. Também pudera, ela foi presa durante a ditadura Militar, viveu na clandestinidade por anos e foi torturada na escuridão dos porões militares. Apesar da tortura e da prisão, ela, como tantas outras, conseguiu dar a volta por cima. Dilma Vana Rouseff, 64 anos, é uma autêntica representante da força feminina.
Nascida em Belo Horizonte/MG, Dilma é economista por formação e política por opção. Casada por duas vezes, ela teve uma filha. Hoje, Dilma está solteira. Sobre os comentários relacionados ao seu jeito, digamos intransigente, Dilma já proferiu algumas frases que reforçaram a fama. “É verdade: eu sou uma mulher dura cercada de homens meigos”, disse, mostrando que também tem senso de humor.

Eleonora Menicucci de Oliveira - ministra da Mulher
Quando a mineira Eleonora Menicucci de Oliveira tomou posse, em 12 de fevereiro de 2012, do cargo de Secretária Especial de Políticas para as Mulheres, o mundo veio abaixo. Divorciada, mãe de dois filhos, defensora convicta do direito da mulher fazer o aborto e do homossexualismo, a socióloga e professora universitária de 67 anos ainda vai render boas polêmicas.
Amiga da presidente Dilma desde os tempos em que estudaram juntas, em Minas Gerais, dividiram também a cela durante o período da ditadura pelo mesmo motivo: ambas foram guerrilheiras e ativistas contra o sistema em vigor. O tempo passou, mas os laços fortes da juventude as aproximaram novamente. Vinculada ao Partido dos Trabalhadores (PT), Eleonora deve interceder pela regulamentação do trabalho doméstico. “Fazer com que o trabalho doméstico passe a ser efetivamente como qualquer outro e que os domésticos tenham os direitos garantidos e que deixe de ser um trabalho escravocrata”, discursou a ministra no dia 8 de março.
“Sou avó de uma criança nascida por inseminação artificial,” disse. A filha de Eleonora é homossexual.

Graça Foster - Presidente da Petrobras
Uma executiva de sucesso. Esta é Maria das Graças Foster, 58 anos, que é a primeira mulher a assumir o comando da Petrobras, a maior empresa do Brasil e uma das maiores produtoras de petróleo do mundo. Há 32 anos trabalhando na estatal, Graça, como é conhecida, nasceu na cidade de Caratinga, em Minas Gerais/MG. Casada e com dois filhos, a mulher contrariou a lógica que impera no mundo dos negócios e assumiu um cargo cobiçado nos mais altos escalões do poder, sem deixar de dar atenção à família.
Graça Foster é graduada em Engenharia Química pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e tem MBA em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ). A executiva entrou na Petrobras em 1978, como estagiária no setor de lubrificantes, aditivos e graxas. Como boa mineira, quietinha, foi galgando seu espaço.

Sheila Avanci Almeida - economista
Ter filhos nunca esteve nos planos de Sheila Avanci Almeida. Aos 36 anos, casada, economista e formanda em direito, a itajaiense de sorriso meigo e maternal admite que fica encantada com o processo de gestar, porém não se vê colocando uma criança neste mundo tão complicado. Sheila lembra que antigamente a mulher não tinha opção: casar e ter filhos eram imposições da sociedade à qual ela se submetia. Menos por vontade que por obrigação, a mãe se enchia de filhos e os criava, tivesse ou não vocação para o papel.
Hoje a mulher escolhe o que quer fazer de sua vida. Se tem algo a comemorar no dia Internacional da Mulher? “Sem dúvida, tem que comemorar as conquistas de direitos, mas descomemorar o excesso de deveres”, ela responde com total veemência. O que precisa ser conquistado pela mulher é a igualdade perante os homens, diz Sheila. “Isto não existe. Se existisse, não teria o acúmulo de tarefas como acontece atualmente e receberíamos valores iguais aos que o homem ganha pelo mesmo trabalho que ela executa.”
Repensando sobre as responsabilidades que caem sobre seus ombros, muitas mulheres, de acordo com a futura advogada, estão retornando à vida de Amélia, voltando ao ninho, tentando recuperar os vínculos familiares que estão se perdendo.

Nancy Patino Reiser - enfermeira
É noite na policlínica Nancy Patino Reiser, no bairro Fazenda, em Itajaí. Aos poucos o movimento de atendimentos diminui e Cristiane Amaral da Silva aguarda que alguém precise de seus cuidados. Aos 46 anos, acumula a experiência de mais de 25 anos na profissão que abraçou ao se formar enfermeira pela Univali e pós-graduada em saúde pública.
Cristiane é casada e tem um filho. Para ela, ser mulher facilita muito na hora de auxiliar nos problemas de saúde da população. Toda a sua vivência pessoal e profissional a qualificam para analisar a condição feminina nos dias de hoje. As mulheres avançaram, preencheram espaços que eram exclusivos dos homens, só que, segundo a enfermeira, muitas não perderam a submissão aos companheiros. “Quando o assunto é casal, em diversas circunstâncias a mulher não consegue se impor ao homem. Ela não sabe dizer não e se submete a relações sexuais desprotegidas. Em primeiro lugar está a nossa saúde”, declara Cristiane.
Doenças que eram quase que exclusivamente masculinas, lembra a profissional da saúde, atualmente aparecem também em mulheres por causa da sobrecarga de dar conta de tudo – família e trabalho - com perfeição.

Maíra Americano Labes - professora de dança e bandeirinha de futebol
O sonho dela é ter filhos e atuar como auxiliar de arbitragem nos maiores campeonatos de futebol do mundo. Parece difícil conciliar esses dois desejos, mas não é assim que Maíra Americano Labes, 23 anos, pensa. Para ela, que é professora de dança - além de dar aula em uma academia peixeira -, essa tarefa não é tão complicada. “Eu pretendo ter três filhos, mas não sei se vai dar. Também quero trabalhar em jogos pelo mundo todo. Mas mãe, eu vou ser”, afirma.
Solteira, mas namorando firme, Maíra já trabalhou em jogos do campeonato catarinense de 2011. Ela é bandeirinha há cinco anos e está acostumada a enfrentar a fúria e as brincadeiras da torcida que, muitas vezes, se passa com a loira de olhos azuis. “É normal, né? No estádio, a torcida não perdoa”, conta.
A diversidade de funções que a mulherada exerce nos dias de hoje, a conquista de direitos antes inimagináveis, a função de ser o embrião da vida, tudo isso, na opinião de Maíra, são conquistas femininas das últimas décadas. “Advogada, médica, bandeirinha, presidente... A mulher pode ser o que quiser”, comemora, salientado que falta algumas mulheres se valorizarem e não apostarem tanto na beleza. “Tem é que trabalhar”, aponta.

Lucélia Maria de Jesus - diarista
Lucélia Maria de Jesus é uma admiradora da presidente brasileira. “As mulheres estão podendo”, declara entusiasmada enquanto prepara um café. “Não vê a Dilma?” A mulher que concorreu e venceu os homens numa disputa eleitoral serve de modelo para a diarista de 58 anos.
Viúva há 29 anos, dona Célia, como é conhecida, criou os cinco filhos às próprias custas. O marido, vendedor ambulante de peixe pelas ruas de Itajaí, nem chegava em casa com a féria do dia: o lucro ficava pelos botecos ao longo do caminho. Morreu de cirrose e encerrou um período de medo e vergonha.
“Bater, ele batia, mas depois que eu joguei um pedaço de lenha na cabeça dele, nunca mais levantou a mão pra mim”, conta a senhorinha. Pela própria experiência, a diarista comemora que a mulher conquistou o direito de comprar o sabão para lavar a roupa sem ter que pedir dinheiro ao marido, como antigamente. “Tinha que ter mais empregos para as mulheres”, é sua única reivindicação. O resto está muito bom para ela.

Marlene Dalva da Silva Rothbart - professora aposentada e escritora
Os belos olhos azuis dessa mulher já viram muita coisa. Dos olhares e das histórias de sua vida, saíram sete livros. Professora aposentada e escritora, a itajaiense Marlene Rothbart, 78 anos, é um doce de pessoa.
Mãe de cinco filhos homens, ela se orgulha de, numa época de dificuldades para as mulheres, lá pelos idos da década de 50, ter conseguido criar os rebentos e trabalhar ao mesmo tempo. “Naquela época, ou a mulher trabalhava em casa ou era professora. Eu me formei em pedagogia e fui trabalhar, mas nunca deixei de cuidar dos meus seis homens”, conta, se referindo também ao marido, já falecido.
Nos livros, Marlene sempre escreve sobre a história de Itajaí. Ela também dedilha suas ideias em artigos semanais no DIARINHO, é articulista de toda sexta-feira. “Crônicas e memórias. Os meus livros são sempre sobre a minha cidade. E gosto de levar meus textos pro leitor do DIARINHO”, revela.
Falando das conquistas femininas nesse último século, Marlene vê a liberdade de escolhas a principal vitória da mulher. “Embora, haja algumas lutas ainda não vencidas, como a de não perceber seu lugar na sociedade. A mulher é mãe. E ela, hoje, entra no mercado de trabalho e esquece do seu dom maior: ser mãe”, observa, com os olhos azuis marejados.

Guilhermina Palhano - operadora de veículo portuário
'A primeira vista, quem olha para Guilhermina Palhano ao lado de enormes guindastes, contêineres e máquinas pesadas no porto de Navegantes (Portonave), não acredita que ela trabalhe oito horas por dia movimentando cargas de milhares de toneladas e avaliadas em milhões de reais. Mas é a realidade. Guilhermina, 32 anos, é operadora de veículo portuário. E gosta muito do que faz.
É ela quem carrega e descarrega os contêineres das carretas do terminal dengo-dengo. “Alguns estranham o meu trabalho, mas eu gosto dele e nem por isso esqueço meu lado feminino. Sempre passo um batom”, conta a trabalhadora, muito vaidosa, e mãe de dois filhos.
Solteira, Guilhermina tem o segundo grau completo e não tem hora pra trabalhar. “Às vezes é de madrugada. Às vezes de manhã,”conta. “O que a mulher conquistou nesses anos todos foi com o suor do seu trabalho. Eu gosto de trabalhar no porto, por me sentir livre e ver o meu crescimento pessoal”, disse.
Para Guilhermina, tem uma coisa que a mulher ainda precisa conquistar. “Acho que nós poderíamos ter mais oportunidades de crescer na profissão”, avalia.’

Dirlene Macari Balioli - dona de casa
Um belo dia, a dona de casa Dirlene Macari Balioli decidiu que iria tirar a carteira de motorista, ainda que o marido e os dois filhos duvidassem que ela teria coragem. Com muito orgulho mostrou a eles que era capaz, mas na verdade o medo a impediu de continuar dirigindo. Este é seu único arrependimento na vida, confessa.
A paranaense de 60 anos dedica-se integralmente ao lar. Antes de casar e até nascer o primeiro filho, foi bancária e securitária. Demorou cinco anos até conseguir engravidar, apesar de a ginecologista garantir que ela nunca seria fisiologicamente capaz. Não só conseguiu uma vez, como quase dois anos depois conseguiu de novo. E foi com plena convicção que nunca mais cogitou voltar a trabalhar fora. Deixar as crianças em creche? Jamais.
A sorridente Dirlene considera-se uma privilegiada. Adora cozinhar e fazer todas as lidas no próprio ritmo, sem as correrias em que as demais mulheres vivem. “Hoje em dia as mulheres não sabem fazer mais nada: não sabem cozinhar, não sabem cuidar da casa. Não sabem nem querem saber, dizem que querem trabalhar, ganhar dinheiro e pagar uma empregada”, lamenta.
A mulher que a ex-bancária mais admira é sua mãe. “Ela fazia tudo e ainda costurava e fazia crochê”, admira-se, dando-se conta de que repetiu os passos dela. Atualmente Dirlene faz trabalhos voluntários como coordenadora de crochê na Associação Cristã da Fazenda, assessora o marido que trabalha em casa, enfrenta as filas de banco, cuida do neto quando necessário e provê todas as necessidades da família. Haja energia para ser apenas “do lar”!

Tarcísia da Silva Joaquim - policial militar
A soldado Tarcísia pede um minutinho para passar o batom. Com muita timidez, aos pouquinhos revela a trajetória de uma carreira que há poucos anos era exclusivamente masculina. A farda de policial militar que veste há 15 anos foi conquistada com muita determinação e orgulho. Fez parte do primeiro e único curso de formação de soldados da PM só para mulheres na região, em 1997, quando 29 moças receberam o treinamento como se fossem rapazes, com o mesmo nível de exigências cobradas deles. A partir dessa experiência, houve mudanças e as garotas passaram a dividir o aprendizado com mais consciência por parte dos superiores das condições físicas diferenciadas. Mas a pioneira garante que vencer aqueles quatro meses mostrou que elas estavam plenamente preparadas para enfrentar o dia a dia da segurança pública.
Tarcísia da Silva Joaquim, de 35 anos, divorciada e mãe de duas filhas, frequenta o 4º período de Serviço Social. A condição feminina é encarada com muito respeito, segundo a militar. Numa abordagem, Tarcísia garante que a mulher é mais enérgica, mais séria, não deixa passar nada e cobra tudo, sem arrego. “A mulher deve ter consciência do próprio valor, se dar o respeito. Tem que conquistar isto”, sentencia, lembrando que muito já foi feito, mas ainda há muito a fazer para que ela exerça plenamente sua independência.

Eliana Calmon Alves - ministra-corregedora
Baiana arretada. É a própria corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Eliana Calmon Alves que assim se descreve. Ao bater de frente com o presidente do Supremo Tribunal Federal Cezar Peluso, que torceu o nariz quando a ministra do STJ assumiu o cargo, foi aconselhada por um magistrado a recuar porque ninguém jamais havia ganho uma batalha contra o ministro. Ela respondeu em alto e bom som: “É porque até hoje nenhum se deparou com uma baiana arretada e sem medo dos poderosos.”
O cargo a que foi aconselhada a recusar mexe com as elites do judiciário. Precisa que seja ocupado por alguém firme, linha dura, exatamente como ela. A ministra sabe que a figura do corregedor não é vista com bons olhos pela magistratura, mas sempre sonhou com a função, para a qual se preparou ao longo da carreira de 40 anos.
Aos 67 anos, no topo das conquistas profissionais, a baiana arretada sabe que está mexendo num vespeiro, mas tranquilamente se permite lançar a 9ª edição de um livro de receitas que escreveu, o “REsp-Receitas Especiais”. Atira-se à comida e à malhação para superar as crises. A mulher Eliana Calmon Alves, que já foi casada e tem um filho e um neto, numa entrevista recente desabafou: “ter sido mal-casada foi uma das razões do meu sucesso profissional”. Ao responder se nunca mais se abriu para a paixão, respondeu de maneira curta e racional, características bem suas: “perdi o timing”. Ainda bem que não perdeu o jeito para fazer Justiça.

Sônia Maria Moroso Terres - juíza
No ano passado, a titular da 1ª Vara Criminal de Itajaí ganhou as páginas noticiosas ao assumir legalmente seu casamento com outra mulher. Com o feito, inédito no estado, a juíza Sônia, de 47 anos e 18 de magistratura, e a companheira assumiram os sobrenomes uma da outra. O casal passou a assinar Sônia Maria Moroso Terres e Lilian Regina Terres Moroso. A coragem e a naturalidade com que a juíza enfrentou o preconceito são dignas de respeito. No dia Internacional da Mulher, Sônia diz como vê a situação feminina hoje.
“Todo o dia é dia da mulher. Esta comemoração reflete a evolução social ao longo da história. O processo é lento e infindável porque a sociedade ainda é muito machista”, analisa a doutora. “Tem que respeitar as diferenças, mas os direitos são iguais”, declara. “São direitos do ser humano, como eu digo”.
Quanto aos casos chocantes de violência doméstica, a juíza Sônia não se cansa de repetir. “Sempre existiu, é uma questão até cultural. Mas agora as pessoas estão mais conscientes dos seus direitos, até porque foram criadas diversas condições para denúncias”.
Batalhadora pelos valores familiares, a juíza está sempre envolvida na criação e manutenção de entidades de apoio às mulheres, às crianças e a todos os que precisam da mão da Justiça para ter sua dignidade respeitada.
Em palestra realizada na semana em que se comemora o dia Internacional da Mulher, ela citou a aprovação pela Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH) do projeto de lei que pune as empresas que pagam salário menor a mulheres contratadas para realizar a mesma atividade executada por homens. Ainda falta a sanção da presidente Dilma, mas o passo mereceu o aplauso da representante da Justiça.

Alessandra Françoise - Cosmetóloga
Ao olhar para ela não dá pra imaginar a correria que é o seu dia. Trabalhando com beleza, a cosmetóloga Alessandra Françoise, 35 anos, é uma mulher moderna. Formada em cosmetologia e estética, Ale, como é conhecida, trabalha no seu consultório, ministra cursos de estética e faz palestras sobre beleza pelo país inteiro.
Tem um filho de 18 anos, fruto do primeiro casamento, e considera difícil não deixar a balança pender para o lado profissional e confessa que a vida pessoal, muitas vezes, fica em segundo plano. “O mais importante é a questão profissional. Eu escolhi isso. Eu procuro dosar o profissional com o pessoal, mas é muito difícil, devo admitir”, observa.
Casada, Ale acredita que as mulheres conquistaram um espaço que, ela frisa, as gerações anteriores não tiveram. E isso, aponta, fez com que as mulheres começassem a atuar nas mais diferentes áreas, mostrando assim o quão competente é o sexo feminino em qualquer setor de atuação. “Somos vitoriosas!”, resume.
Ale lembra que sua mãe só cuidava dos filhos e, hoje, a então menininha, que era paparicada pela mamãe, enumera de quem cuida: “Cuido do meu filho, do meu marido, de mim, do meu consultório, das minhas clientes e das minhas coisas”, narra Ale, que arranja tempo para tudo.

Envolvidos

  • Alessandra Françoise .
  • Dilma Rouseff .
  • Dirlene Macari Balioli .
  • Eleonora Menicucci de Oliveira .
  • Eliana Calmon Alves .
  • Graça Foster .
  • Guilhermina Palhano .
  • Lucélia Maria de Jesus .
  • Maíra Americano Labes .
  • Marlene Dalva da Silva Rothbart .
  • Nancy Patino Reiser .
  • Sheila Avanci Almeida .
  • Sônia Maria Moroso Terres .
  • Tarcísia da Silva Joaquim .


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